sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

Que erro, Francisco! Que erro ! "Ignoscat tibi Deus!"

O Papa excomunga os católicos, abraça e abençoa um bandido!
A cena de Francisco recebendo e abraçando Lula é uma bofetada na cara dos católicos brasileiros e em todo o Poder Judiciário do país. 
Bergoglio é Chefe de Estado. E, por certo, tem a liberdade de receber quem bem quiser. Esse líder hoje cometeu um dos maiores erros do seu pontificado. Maior mesmo do que os supostos sérios enganos que dizem ter cometido, quando o acusam de ter apoiado a ditadura sanguinária na Argentina nos anos 70 do século passado. 
Ao abrir as portas da Santa Sé para um ladrão, condenado em três instâncias no país mais católico do mundo, o Papa esqueceu-se dos documentos emitidos pela Igreja Católica desde 1937 condenando o comunismo. 
Indirectamente, a sua postura dialética, vem em apoio às ditaduras sanguinárias da Venezuela e de Cuba. Por óbvio que no âmbito externo o gesto vai ter repercussão pois é uma espécie de aval de um dos maiores líderes religiosos do mundo ao maior ladrão da história. E mais que isso, humilhou todo o sistema Judiciário brasileiro que em três instâncias jurisdicionais já declarou e condenou Lula como ladrão - estando esse bandido solto somente em razão do esforço de 6 de seus compadres que integram o Supremo Tribunal Federal, o que também é revoltante! 
E nem se pode dizer que Francisco esteja sendo iludido pela alta cúpula da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - CNBB quase toda ela dominada por clérigos com almas vermelhas que não representam e nem respeitam a vontade da massa católica do Brasil, pois ele - o Papa - conhece bem essa realidade. 
Lula, por sua vez, faz um movimento político atrevido de aproximação com o cristianismo, não só o católico, mas o evangélico e o pentecostal. O seu objetivo é eleitoral, visando as eleições municipais deste ano. Um lobo sem escrúpulos e sem limites. 
O Papa não recebeu um homem em busca do perdão e da misericórdia, ou que foi atrás da remissão dos seus erros. O que ele fez foi acoitar um parceiro ideológico para o proteger e dar-lhe sobrevida política. E com seu gesto de mau pastor, manchou de vermelho a sua batina branca adoptada pelo tratado litúrgico “rationale divinorum officiorum“ de 1286, pelo qual o branco das vestes papais remete à pureza e à santidade de vida. 
Já o vermelho simboliza o sacrifício e o sangue. No caso, o sangue dos milhões de seres humanos que o comunismo matou por onde passou nos últimos 100 anos da sua existência na face da terra. Que erro, Francisco! Que erro! "Ignoscat tibi Deus!"
Luiz Carlos Nemetz

Quem foi São Valentim

14 de Fevereiro de 269: São Valentim é torturado e executado em Roma
No dia 14 de Fevereiro de 269 d.C., Valentim, um padre romano da época do império de Cláudio II, é executado. Sob o governo de Cláudio, o Cruel, Roma estava envolvida em muitas campanhas sangrentas e impopulares. 
O imperador tinha de manter um poderoso exército, mas estava a enfrentar dificuldades no alistamento de soldados para as suas unidades.
Cláudio acreditava que os homens romanos não se mostravam dispostos a unir-se ao Exército devido às fortes ligações que mantinham com as suas mulheres e famílias.
Para se livrar do problema, Cláudio proibiu todos os casamentos e relacionamentos em Roma. Valentim, dando-se conta da injustiça de tal decreto, desafiou o imperador e continuou a celebrar, em segredo, casamentos.
Quando os “delitos” de Valentim foram descobertos, Cláudio ordenou que fosse condenado à morte. Valentim foi preso e espancado até à morte e, depois, decapitado.
A lenda conta também que, enquanto estava preso, São Valentim deixou uma nota de despedida para a filha do carcereiro, com quem havia feito amizade, e assinou “Do seu Valentim”. Pelos seus serviços e coragem, Valentim foi sagrado santo após sua morte.
Na verdade, a exacta origem e identidade de São Valentim é pouco clara. De acordo com a Enciclopédia Católica, “pelo menos três diferentes santos com o nome Valentim, todos eles mártires, são mencionados nos mais antigos martirológios com a mesma data, a de 14 de Fevereiro." O primeiro era um padre de Roma, o segundo, um bispo de Interamna, e o terceiro, um mártir numa província romana da África.
As lendas variam sobre a forma como o nome do mártir passou a ser relacionado com o romance entre duas pessoas.

A data da sua morte pode-se ter confundido com a Festa de Lupercália, um festival pagão do amor. Nessas ocasiões, o nome de jovens mulheres era colocado numa caixa, posteriormente sorteado e, logo em seguida, tirado pelos homens com os quais casariam.
Em 496 d.C., o papa Gelásio decidiu pôr fim à Festa de Lupercália e decretou que a data de 14 de Fevereiro deveria ser celebrada como o Dia de São Valentim.

Fontes: Opera Mundi

sábado, 18 de janeiro de 2020

A Suécia, o paraiso socialista, a ferro e fogo

A Suécia foi atingida por uma onda de tiroteios e atentados nos últimos dois anos, que a polícia associou a conflitos de gangues nas principais cidades, chocando os suecos, que há muito consideram seu país um dos mais seguros do mundo.  Cerca de 257 ataques a bomba foram relatados à polícia no ano passado, contra 162 no ano anterior, mostraram as estatísticas do Conselho Nacional de Prevenção ao Crime. 

A agência não forneceu nenhuma informação sobre os tipos de explosivos usados com mais freqüência ou outros detalhes, mas a mídia sueca relatou alguns ataques usando bombas improvisadas feitas a partir de frascos de vácuo cheios de material explosivo. 
Os números faziam parte de um relatório sobre as taxas de criminalidade, que mostrou que, em geral, o número de crimes denunciados à polícia caiu ligeiramente no ano passado. 

O clamor público por causa do aumento da violência forçou o governo a aumentar os gastos com a polícia e a lançar um programa para combater o crime organizado, pois a lei e a ordem se tornam um dos principais campos de batalha políticos. 
"O governo forneceu recursos extras e a polícia está tomando medidas concertadas agora contra a violência das gangues", disse o ministro da Administração Interna, Mikael Damberg, em um comentário enviado à Reuters. 

“Com os esforços que estamos fazendo, estou convencido de que podemos mudar isso. A sociedade é mais forte do que essas quadrilhas criminosas. ” 
Políticos da oposição, no entanto, culpam o governo por anos de inação. “Este governo perdeu o controle sobre o crime na Suécia. Vimos nos últimos anos como o número de mortes aumentou. Agora, as explosões de bombas também estão aumentando de uma maneira que carece de equivalência internacional ”, disse Ulf Kristersson, líder do partido de oposição dos Moderados.

terça-feira, 14 de janeiro de 2020

Portugal, foi destruido por 45 anos de socialismo


Portugal atravessa um dos momentos mais difíceis da sua história que terá que resolver com urgência, sob o perigo de deflagrar crescentes tensões e consequentes convulsões sociais.Importa em primeiro lugar averiguar as causas. Devem-se sobretudo à má aplicação dos dinheiros emprestados pela CE para o esforço de adesão e adaptação às exigências da união.

Foi o país onde mais a CE investiu "per capita" e o que menos proveito retirou. Não se actualizou, não melhorou as classes laborais, regrediu na qualidade da educação, vendeu ou privatizou mesmo actividades primordiais e património que poderiam hoje ser um sustentáculo.

Os dinheiros foram encaminhados para auto-estradas, estádios de futebol, constituição de centenas de instituições público-privadas, fundações e institutos, de duvidosa utilidade, auxílios financeiros a empresas que os reverteram em seu exclusivo benefício, pagamento a agricultores para deixarem os campos e aos pescadores para venderem as embarcações, apoios estrategicamente endereçados a elementos ou a próximos deles, nos principais partidos, elevados vencimentos nas classes superiores da administração pública, o tácito desinteresse da Justiça, frente à corrupção galopante e um desinteresse quase total das Finanças no que respeita à cobrança na riqueza, na Banca, na especulação, nos grandes negócios, desenvolvendo, em contrário, uma atenção especialmente persecutória junto dos pequenos comerciantes e população mais pobre.

A política lusa é um campo escorregadio onde os mais hábeis e corajosos penetram, já que os partidos cada vez mais desacreditados, funcionam essencialmente como agências de emprego que admitem os mais corruptos e incapazes, permitindo que com as alterações governativas permaneçam, transformando-se num enorme peso bruto e parasitário. Assim, a monstruosa Função Publica, ao lado da classe dos professores, assessoradas por sindicatos aguerridos, de umas Forças Armadas dispendiosas e caducas, tornaram-se não uma solução, mas um factor de peso nos problemas do país.

Não existe partido de centro já que as diferenças são apenas de retórica, entre o PS (Partido Socialista) e o PSD (Partido Social Democrata), de direita, agora mais conservador ainda, com a inclusão de um novo líder, que tem um suporte estratégico no PR e no tecido empresarial abastado. Mais à direita, o CDS (Partido Popular), com uma actividade assinalável, mas com telhados de vidro e linguagem publica, diametralmente oposta ao que os seus princípios recomendam e praticarão na primeira oportunidade. À esquerda, o BE (Bloco de Esquerda), com tantos adeptos como o anterior, mas igualmente com uma linguagem difícil de se encaixar nas recomendações ao Governo, que manifesta um horror atávico à esquerda, tal como a população em geral, laboriosamente formatada para o mesmo receio. Mais à esquerda, o PC (Partido comunista) menosprezado pela comunicação social, que o coloca sempre como um perigo latente e uma extensão inspirada na União Soviética, oportunamente extinta, e portanto longe das realidades actuais.

Assim, não se encontrando forças capazes de alterar o status, parece que a democracia pré-fabricada não encontra novos instrumentos.
Contudo, na génese deste beco sem aparente saída, está a impreparação, ou melhor, a ignorância de uma população deixada ao abandono, nesse fulcral e determinante aspecto. Mal preparada nos bancos das escolas, no secundário e nas faculdades, não tem capacidade de decisão, a não ser a que lhe é oferecida pelos órgãos de Comunicação. Ora e aqui está o grande problema deste pequeno país; as TVs as Rádios e os Jornais, são na sua totalidade, pertença de privados ligados à alta finança, à industria e comercio, à banca e com infiltrações accionistas de vários países.

Ora, é bem de ver que com este caldo, não se pode cozinhar uma alimentação saudável, mas apenas os pratos que o "chefe" recomenda. Daí a estagnação que tem sido cómoda para a crescente distância entre ricos e pobres.
A RTP, a estação que agora engloba a Rádio e TV oficiais, está dominada por elementos dos dois partidos principais, com notório assento dos socialistas, especialistas em silenciar posições esclarecedoras e calar quem levanta o mínimo problema ou dúvida. 
A selecção dos gestores, dos directores e dos principais jornalistas é feita exclusivamente por via partidária. Os jovens jornalistas, são condicionados pelos problemas já descritos e ainda pelos contratos a prazo determinantes para o posto de trabalho enquanto, o afastamento dos jornalistas seniores, a quem é mais difícil formatar o processo a pôr em prática, está a chegar ao fim. A deserção destes, foi notória.

Não há um único meio ao alcance das pessoas mais esclarecidas e por isso, "non gratas" pelo establishment, onde possam dar luz a novas ideias e à realidade do seu país, envolto no conveniente manto diáfano que apenas deixa ver os vendedores de ideias já feitas e as cenas recomendáveis para a manutenção da sensação de liberdade e da prática da apregoada democracia.

Só uma comunicação não vendida e alienante, pode ajudar a população, a fugir da banca, o cancro endémico de que padece, a exigir uma justiça mais célere e justa, umas finanças atentas e cumpridoras, enfim, a ganhar consciência e lucidez sobre os seus desígnios.


Jacques Amaury, sociólogo e filósofo francês, professor na Universidade de Estrasburgo.

quinta-feira, 26 de dezembro de 2019

Migrants Not Welcome

Patrulhas urbanas anti-imigrantes vêm emergindo nas ruas da Finlândia, da Noruega e mais recentemente da Dinamarca, em reação ao fluxo recorde de refugiados que chegaram aos países nórdicos. São os chamados Soldados de Odin, que acusam os refugiados de provocar um aumento da criminalidade e afirmam ter a missão de “proteger a população” contra os “intrusos islâmicos”.
Na mitologia nórdica, Odin é o deus da sabedoria – e também da guerra. Os “soldados” caminham pelas ruas com jaquetas pretas, decoradas com a estampa de um capacete viking. Andam desarmados, mas refletem a tensão social gerada pela entrada maciça de refugiados na região. E já começam a conquistar adeptos também na Suécia e em outros países do norte da Europa, como a Alemanha.
“Detectamos a movimentação de simpatizantes do grupo na Suécia há poucas semanas”, disse à BBC Brasil o oficial Mats Grundström, da unidade de inteligência da polícia sueca. “Nenhum incidente foi registrado ainda, mas estamos de olho neles”, acrescentou.
Os Soldados de Odin dizem querer ser os olhos e ouvidos da polícia. Para os críticos, trata-se de um bando de justiceiros xenófobos.

 Claudia Wallin

quarta-feira, 25 de dezembro de 2019

Inglaterra investiga a "besta negra" Soros

O governo do Partido Conservador da Grã-Bretanha lançou uma investigação urgente sobre o bilionário liberal George Soros, alegando que o financeiro globalista canalizou milhões numa campanha para bloquear o Brexit e derrubar o primeiro-ministro britânico Boris Johnson.
Os conservadores pediram uma investigação urgente da Comissão Eleitoral sobre a organização americana Open Society Foundation (OSF) de George Soros. A ação segue um relatório do The Mail de domingo que descobriu um documento revelando que a OSF canalizou largas somas de dinheiro numa campanha que deveria bloquear o Brexit nas urnas.
A fundação de Soros em Nova York enviou o dinheiro ao grupo pró-UE Best for Britain (BfB), através de entreposta agente, contornando a proibição de doações estrangeiras a organizações políticas. O Best for Britain (BfB) criou um site que diz às pessoas como votar tacticamente em candidatos que Soros apoiaria, e que, se fosse bem-sucedido, acabaria com as esperanças de maioria de Johnson, segundo o Mail.
O desenvolvimento ocorre depois de os Democratas Liberais, o Partido Verde e a Plaid Cymru terem formado a Unite to Remain que foi uma campanha e um pacto eleitoral durante as eleições gerais de 2019. Envolveu três partidos que apoiavam a permanência na União Europeia: os Democratas Liberais, o Partido Verde da Inglaterra e País de Gales e, no País de Gales, o Plaid Cymru. O seu objetivo declarado era evitar o efeito de spoiler e maximizar o número de deputados eleitos que se oporiam ao Brexit.
Soros, nascido na Hungria, construiu a sua fortuna apostando contra a libra esterlina na quarta-feira negra em 1992, causando pânico no governo de John Major e ganhando notoriedade. Soros diz que seu amor pela Grã-Bretanha o levou a fazer campanha contra o “erro trágico” de deixar a União Europeia.

Terá afirmado recentemente que os fundos que deu para actividades anti-Brexit “não foram usados para propósitos partidários ou eleitorais. Foram usados para educar o público britânico. ”
Desde 2017, o BfB recebeu £ 2,7 milhões (US $ 3,47 milhões) da fundação Soros. Os valores foram revelados nas contas da filial da fundação em Londres, que compartilha um prédio de escritórios em Westminster com outras organizações anti-Brexit, incluindo a Grã-Bretanha e o movimento europeu.
Ambos os grupos tiveram um papel crítico na campanha Voto do Povo para um segundo referendo.

O Facebook parece ser o principal campo de batalha nas eleições, e o BfB investiu pfortemente em publicidade na plataforma gastando um total de  613.000  Libras desde Outubro de 2018. Somente nos últimos 30 dias, das eleições o BfB gastou £ 137.000 ($ 176k) em 165 diferentes anúncios patrocinados.
“Na noite passada, Andrew Percy, que está se candidatando à reeleição para os conservadores em Brigg e Goole, disse:“ Estou pedindo à Comissão Eleitoral que investigue urgentemente se houve uma violação das regras de gastos e que esclareça como a BfB gastou esses milhões no exterior.
“As regras são claras: doações estrangeiras nessa escala não podem ser gastas numa campanha eleitoral.
“Precisamos de condições equitativas e equitativas – e isso significa garantir que grupos hardcore que buscam frustrar a vontade democrática do povo britânico não actuem como uma rota para o dinheiro estrangeiro influenciar as eleições no país.

terça-feira, 24 de dezembro de 2019

Representação Natalicia atacado por multidão anti-cristã de extrema esquerda. Em Toulouse

Uma peça Natalicia teve que ser interrompida na cidade francesa de Toulouse, depois que uma multidão de cinquenta militantes anti-cristãos de extrema esquerda insultou e atacou os participantes do evento e cuspiu num padre.

O ataque anticristão ocorreu no sábado, 14 de dezembro, no presépio da Place Saint-Georges. A apresentação foi organizada para celebrar o espírito tradicional do Natal e enfatizar os aspectos não consumistas do dia sagrado, informa o Infos Toulouse.

A celebração foi rapidamente interrompida por uma multidão de 50 "antifascistas", que lançaram insultos cruéis na multidão, nos participantes e nos padres do evento, enquanto eles gritavam slogans anticristãos. Membros do grupo de extrema esquerda argumentaram "que o evento foi ilegal" porque a França é um estado secular.

Como resultado do ataque, os organizadores foram forçados a encerrar o evento e evacuar as crianças assustadas.

Um manifestante teria forçado a entrada na praça antes de se filmar atacando e cuspindo em um padre. Depois que o agressor foi forçado a deixar a cena, mais tarde voltou e atacou fisicamente um jornalista, jogando sua câmera no chão e quebrando-a. Eventualmente, a segurança do evento removeu à força o homem.

O arcebispo de Toulouse, Monsenhor Le Gall, condenou o ataque anticristão em um comunicado à imprensa, escrevendo: “Esta alegre manifestação durante a qual canções de Natal são cantadas, presépios de crianças e adultos, ajudados por vários animais, não tem outro propósito senão dê profundidade a esta celebração. Como arcebispo de Toulouse, lamento que o simples lembrete do nascimento de Jesus e os valores que ele transmite (boas-vindas do exterior, anúncio de paz e sinal de ternura de que todos precisamos) não sejam mais respeitados em nosso país e provoca até atos de violência verbal e física daqueles que se colocam como defensores da liberdade. Convido todos a defender pacificamente a liberdade de expressão e a respeitar a história e as tradições de nosso país. ”

Infelizmente, ataques anti-cristãos na França tornaram-se comuns. No início deste ano, em março, a Voz da Europa noticiou uma série de ataques na França que viram igrejas católicas históricas profanadas, vandalizadas e incendiadas. Militantes anticristãos derrubaram cruzes, quebraram estátuas, derrubaram tabernáculos e destruíram a Eucaristia, entre outros atos horríveis.

Traduzido pelo Google translator on line

Spexit - Caos em Bruxelas - Chega de humilhação !

A Espanha seguindo a Polônia está em choque, e quer abandonar a UE 

Há uma pressão crescente na Espanha para que os partidos de direita apoiem uma saída no estilo Brexit da UE, após todo o país ter demonstrado de uma forma generalizada o seu desagrado e indignação por uma decisão do Tribunal de Justiça Europeu (TJE).

A Espanha juntou-se à Polônia para se tornar no segundo país esta semana a reivindicar que poderia abandonar a UE, em virtude da crescente fúria e repudio peloo poder que Bruxelas detém sobre os Estados-Membros. 

O terceiro maior partido da Espanha, o Vox, está sob enorme pressão para apoiar a versão em espanhol do referendo do Brexit, protestando contra uma decisão do TJE nesta semana. O próprio presidente do partido de Vox criticou a UE, alegando que, quando o Tribunal de Justiça anulou a decisão dos tribunais espanhóis, humilhou o país e atentou contra a sua soberania.

Na quinta-feira, o tribunal superior da UE decidiu que um líder separatista catalão preso deveria ter imunidade parlamentar.
Oriol Junqueras foi um dos nove líderes pró-independência presos na Espanha após um referendo ilegal da independência.

No entanto, em Maio, Junqueras foi eleito para o Parlamento Europeu como deputado ao Parlamento Europeu.

A decisão do tribunal Europeu contrariou os argumentos de Madrid segundo os quias Junqueras não se qualificou como eurodeputado porque não prestou juramento à constituição espanhola.

sábado, 14 de dezembro de 2019

Carta aberta a uma vergonha.


Caro presidente da Assembleia da Republica, na último plenário apontou o dedo a André Ventura por abusar da palavra “vergonha”, algo que, para si, era ainda mais vergonhoso.
O Ferro Rodrigues que fala agora sobre vergonha, embora agora a segunda figura mais importante de Estado, foi implicado por uma das vítimas no processo Casa Pia, que envolveu pedofilia e favores sexuais. Foi mais do que um caso de polícia, colocando gravemente em causa Portugal.
O Ferro Rodrigues que exige a outros respeito democrático é o mesmo que disse convicto num telefonema com António Costa se estar “cagando para o segredo de justiça”.
Não pretendo defender André Ventura, mas não vou permitir que a sua hipocrisia perfaça a imagem que o senhor sempre teve. A imagem de alguém que, sem qualquer vergonha, nunca se importou de usar os cargos que ocupou para colocar a nação em causa.
Não me esqueço do Ferro Rodrigues que defendeu a reposição das subvenções vitalícias para ex-deputados e ex-governantes, que com apenas oito anos de serviço publico teriam direito a um cheque mensal até ao fim das suas vidas enquanto há portugueses que trabalham 30 e 40 anos para terem uma reforma miserável. Teve o desplante de afirmar que “os ordenados que os deputados recebem são maiores que os de muitos portugueses mas inferiores aos de deputados de outros países da Europa”.
O Ferro Rodrigues que evoca moralidades ilibou, em abril de 2018 os deputados ilhéus que cruzaram na comunicação uma campanha de desculpabilização por terem recebido em duplicado os apoios públicos para as viagens que faziam entre os arquipélagos e o continente. Embora não tenham “cometido nenhuma ilegalidade” não hesitou em perdoar a falta de ética que agora faz questão de defender, porque está habituado ao tempo em que cada um, deputados e partidos, viviam com éticas próprias e deixavam as consequências para os contribuintes.
O Ferro Rodrigues que criticou a justiça por investigar o caso Galpgate,onde três secretários de Estado aceitaram viagens pagas pela Galp para assistir a um jogo de Futebol, considerando a investigação absurda. Acabou na demissão dos três governantes que mais uma vez considerou não terem feito nada de errado. Nesse mesmo ano, a Galp teve um perdão fiscal acima dos 100 milhões de euros.
Faz alertas, quase como se tivesse autoridade para a repreensão, mas quando ainda era líder da bancada parlamentar do partido socialista, em 2014, não evitou a visita ao grande amigo e ex-primeiro ministro José Sócrates, no estabelecimento prisional de Évora.
Foi o deputado que em plena discussão sobre o Orçamento de Estado para 2015, fez questão de elogiar José Sócrates e salientou que este “resistiu até ao fim”. Chamou de “enganados” aqueles que “atrelaram o PS ao comboio da austeridade”, embora fosse o seu partido, nas mãos de José Sócrates através da assinatura do memorando de entendimento, que oficializou a rispidez dos anos que se seguiram.
Termino com a certeza de que Eduardo Ferro Rodrigues, atual presidente da Assembleia da Republica, é a desgraça anunciada que coloca a democracia em causa. Uma vergonha, entre outras tantas, que ainda pensa que pode apontar o dedo.

Tenho dito.

Gaspar Macedo

quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

Ás armas...ás armas

80 milhões de muçulmanos, na sua maioria desempregados, que actualmente ocupam/residem no ocidente, levarão em breve a economia europeia á bancarrota. Até o maior banco da Alemanha está a colapsar, e este é o melhor termómetro. 
Por cá os políticos portugueses são pagos como reis. 
Os chamados refugiados, ganham mais do que a população trabalhadora, que os sustenta pagando altos impostos, taxase taxinhas. 
O nepotismo socialista atingiu o seu climax com a nomeação do actual governo socialista composto por 70 ministros e 50 secretários de estado. 
A famiglia socialista, corrupta explora os mansos Portugueses a seu bel prazer 
Quando o dinheiro acabar, se não acabou já, estaremos no apogeu do socialismo, tal e qual a Venezuela. 
É este o resultado de 42 anos de desgovernação socialista 
Mas o socialismo é isto mesmo, uma receita para o desastre. 
Está na hora de em punhármos a Bandeira Nacional e seguir o guião ditado pelo nosso Hino : 

Heróis do mar, nobre povo,
Nação valente, imortal,
Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal!

Entre as brumas da memória, 
Ó Pátria sente-se a voz
Dos teus egrégios avós,
Que há-de guiar-te à vitória!

Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões (ladrões) marchar, marchar!

domingo, 17 de novembro de 2019

Alemanha: a migração em massa provoca aumento dos sem-abrigo

Na Alemnaha, numeros oficiais revelam que perto 678,000 pessoas  estão sem casas, enquanto dezenas de milhares de sem abrigo, na sua maioria migrantes vivem nas ruas.
Recentemente, o governo Federal alemão através da German Federal Working Community (BAG) lançou um relatório revelando que, em 2018, havia pelo menos 678,000 pessoas sem habitação permanente, das quais uma maioria esmagadora, de 440.000 são migrantes que vivem em algum tipo de habitação colectiva. O diário alemão Bild publicou diversos relatórios alertando a população para este facto.
Este numero representa um aumento de 4,2 por cento, cerca de 30.000 pessoas sem-abrigo, em comparação com 2017, e incluídas de 41.000 pessoas que não só estão sem habitação permanente, mas na verdade vivem nas ruas.
A BAG que apoia os sem-abrigo declarou que cerca de 70 % das pessoas nestas condições saõ migrantes, pessoas simples. Em 2018, eram 30 % as  pessoas que vivem juntas com os seus parceiros e/ou crianças.
Werena Rosenke, diretor da BAG, disse ao Bild, "Há muito pouca habitação social e a preços acessíveis. A situação não se resolverá, nos próximos meses, e, provavelmente, nem no próximo ano. Neste momento não é possivel determinar o tempo necessário para a resolução deste grave problema.  Especialmente nas grandes cidades, a situação é muito tensa."
Rosenke observou que são os pais e os jovens adultos que enfrentam o maior risco de se tornar sem-teto, acrescentando que há em formação uma geração de  trabalhadores por conta própria, e outros em empregos menos seguros, o que é especialmente preocupante.
Em 2018, a Chanceler alemã, Angela Merkel, que se comprometeu a gastar €6.85 milhões em várias medidas que incluía a habitação social para os migrantes.
No mesmo ano, o governo federal alemão gastou 23 milhões de euros em migrantes, 11% mais do que em 2017.

sábado, 16 de novembro de 2019

Invasão da Europa em marcha. 5 Milhões de imigrantes ilegais.

Os numeros alcançados a partir de um estudo feito pelo Pew Research Center, revelou que metade dos cerca de cinco milhões de imigrantes ilegais vivem na Europa, no Reino Unido ou na Alemanha. A maioria com idade e experiência militar .
Em 2017, a estimativa  de imigrantes ilegais que vivem na Europa situa-se entre 3,9 e 4,8 milhões. Desse número, que se deslocam livermente entre os países Europeus, sem controle aduaneiro, a esmagadora maioria – 70% – de imigrantes ilegais escolheu viver, em apenas quatro países, sendo que 50% vivem apenas em dois, Inglaterra e Alemanha.
O mesmo estudo, que foi realizado pelo Centro Pew de Pesquisa, descobriu que pouco mais de metade dos quase 5 milhões de imigrantes ilegais que vivem na Europa são homens, enquanto 65 % estão com a  idade inferior a 35 anos.
A pesquisa do Pew research Center,  descobriu que 500 milhões de pessoas vivem em 32 países Europeus, prefazendo entre 3,9  a 4,8 milhões de imigrantes ilegais. Nota-se uma grande diferença comparando com os 3 a 3,7 milhões de imigrantes ilegais recenseados em 2014.
A Alemanha, o Reino Unido, a França e a Itália – que, juntos, formam a metade do total da população Europeia–somam 70 % do número total de imigrantes ilegais. O Reino Unido e a Alemanha, juntos, representam cerca de 50 %  de imigrantes ilegais a viverem na Europa.
Perto de 30 % dos imigrantes ilegais vêm da Ásia países Muçulmanos, como o Afeganistão e o Paquistão. 
23% vêm de países considerados Europeus, como a Rússia ou Turquia. 
21 % vêm de países do Oriente Médio e do Norte da África, como o Iraque e a Síria, enquanto os  17% restantes são provenientes de países da África Subsaariana, como a Eritreia e a Nigéria.

Em média, um em cada cinco imigrantes que vivem na Europa, são ilegais. Este número varia de país para país, no entanto, um em cada dois imigrantes no Reino Unido, vive lá ilegalmente.

segunda-feira, 26 de agosto de 2019

A desesperadora situação de Macron e os reais motivos de seus ataques ao Brasil e ao governo brasileiro


A Europa vive, hoje, um socialismo "velado": A "social democracia".
Altas cargas tributárias, muitos serviços "gratuitos" e uma montanha de subsídios, que não estatizam as propriedades, mas mantém os cidadãos absolutamente dependentes do Estado.
Um destes subsídios é para a produção rural, nos países integrantes do PAC (Política Agrícola Comum), do qual a França é o maior beneficiário.
São 10 BILHÕES DE EUROS, por ano, destinados a complementar a renda dos produtores rurais. Chegando, em alguns casos, a 40% do facturamento. Não são raras as propriedades onde o subsídio supera o lucro, após descontados os pesadíssimos impostos.
Desde 2016, com a victória do Brexit, a União Européia prepara-se para perder vários bilhões de Euros, em receita, devido a saída do Reino Unido.
Uma das medidas, apresentada em Maio de 2018, antes das eleições brasileiras, era a de CORTAR OS SUBSÍDIOS AGRÍCOLAS. Proposta que, de imediato, a França tratou como "inaceitável".
Com a victória de Bolsonaro e os novos tratados comerciais sendo rascunhados, entre Mercosul e União Européia, Macron viu-se em um "mato sem cachorro".
O Brasil é o maior gigante do agronegócio e, com uma política de acordos comerciais, considerando a taxa cambial, engolirá a produção francesa.
É como colocar um supermercado de bairro para concorrer com o Walmart.
Para "pregar a tampa do caixão", Boris Johnson venceu as eleições no Reino Unido, com a promessa de que, até 31 de Outubro, sairá definitivamente da União Européia, ainda que de forma "selvagem", e abrirá as fronteiras para além do comércio europeu.
Ou seja, a França está a prever a chegada de um concorrente peso-pesado, ao mesmo tempo que teve a certeza de uma perda de receita bilionária, que fará os recursos de subsídio minguarem, exatamente quando a demanda tende a aumentar.
Surge, então, um incêndio na Amazônia. Coisa absolutamente comum nesta época do ano e muito menor do que os já acontecidos em outras ocasiões.
Desta vez, porém, o governo brasileiro é de direita e a esquerda, inconformada com a perda do "trono", começa a fazer o que sabe de melhor: BARULHO, CONTAR MENTIRAS.
Foi a OPORTUNIDADE PERFEITA para o bem maquiado presidente francês começar a demonizar a política ambiental brasileira e, assim, pedir sanções que salvarão a sua pele.
No ímpeto de convencer os colegas de UE, recém "chutados" da NOSSA floresta, resolveu aumentar o tom e deu a entender "disposições bélicas" para "garantir a preservação" daquele "patrimônio da humanidade".
Esqueceu-se que a Alemanha já teve uma certa experiência do que acontece quando se enfia em território desconhecido e DUVIDO que, lembrando do inverno siberiano, tenha qualquer intenção de encarar o verão amazonense.
Macron está tão preocupado com o meio-ambiente quanto eu estou com a final do campeonato coreano de futebol de botão. O problema do presidente pó de arroz é o DINHEIRO que vai perder, competindo de igual para igual com o Brasil. Dinheiro, aliás, que ele NÃO TEM.
São as "belezas" do "Estado de Bem-Estar Social".
"O socialismo dura até acabar o dinheiro dos outros" -(Margaret Tatcher)

segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Será que todos estão a par do conceito “New Age”?!!

A cada 500 anos a Igreja Católica, construtora do mundo ocidental, passa por uma crise.
No Séc. V, mais precisamente no ano 476, Flávio Odoacro liderando os bárbaros põe fim ao Império Romano do Ocidente e à Antiguidade, dando início à Idade Média, as bases da civilização ocidental estavam assim criadas, coincidindo com o fim da perseguição à Igreja católica e iniciando o período mais brilhante do Homem, mil anos de pura beleza, a era das catedrais e da divina comédia.
Volvidos 500 anos, ano 1054, o Cisma do Oriente que dividiu a Igreja Apostólica Romana e deu origem à Igreja Ortodoxa de Oriente.
Ano 1517, o fim da Idade Média, a reforma protestante promovida por Martinho Lutero, nasce a semente do nacionalismo alemão que só acaba na segunda GG, é a gestação do estado acarinhada por todos os inimigos da Igreja Católica. Nasceu na Suiça, o primeiro estado totalitário no mundo com Calvino e o cunho protestante.
Com o fim da Idade Média e início da Idade Moderna, começou a ser cozinhada a “ New Age” que começou no século passado.

Em 1723 a maçonaria deixou de ser operativa, profissional, medieval, passou a especulativa e ideológica, ou seja, passou a aceitar não só os pedreiros/artesãos das catedrais, como passou a aceitar todo o tipo de profissões que pudessem trazer influência e poder, a mudança foi promovida em 1721 pelo Duque de Montagu que encarregou a Anderson a nova constituição, “digerir as velhas constituições góticas em um novo e melhor método”, pela mão do pastor anglicano John Theophilus Desaguliers e do pastor calvinista James Anderson, os pais da constituição da maçonaria moderna iniciaram os seus trabalhos com uma fogueira, queimando a velha constituição católica no dia de São João Batista, 24 de Junho. Do fogo até aos dias de hoje, as constituições de Anderson, seguem como o tronco da maçonaria moderna.

De seguida a revolução francesa de cariz essencialmente maçom, sempre secreta, perseguindo a fé, assassinando freiras e padres, substituindo a fé pela razão, que sozinha, coitada, trouxe consigo os estados, o serviço militar obrigatório, os ministérios da guerra hoje denominados da defesa para não assustar o paciente, a educação centralizada, as guerras que deixaram de ter meia dúzia de mortos e passaram a ter milhões, a uniformização das medidas, (sistema métrico) para efeitos de impostos, a consequente escravidão moderna, tirar a pedro 6 meses de vida e trabalho para dar a paulo, invocando a “justiça social” ou ética maçónica, ou se quiserem a escravidão moderna, com o renascimento surgiu a compra dos intelectuais por parte do estado com dinheiro retirado da mesa das famílias, prática implementada até hoje, substituindo a Deus pelo nacionalismo, substituindo Deus pelo amor à pátria, com a imprensa manipulação das massas, a falácia do conceito de representatividade, o comunismo bolchevique, o nazismo, o conceito mentiroso e anti-científico da luta de classes. 

Os regimes totalitários em geral foram todos exportação das ideias do iluminismo, do gnosticismo maçom, da revolução francesa, à custa de manipulações, de mentiras e interpretações históricas com foco na sociedade na Idade Média, repetidas até hoje, até à exaustão, a repetição das indulgências, da inquisição, repetindo chavões, vacuidades, com sêlo anti-católico.

Hoje, em pleno auge da “Nova Era”, não deve ter passado despercebido a ninguém que as organizações com a ONU à cabeça, assim como todos aqueles “pastores” que vão a Davos de jacto, seguem todos um padrão. Sincrético, gnóstico, relativista, laico, ecuménico e relativista.


Passados 500 anos da reforma protestante, temos a “Nova 
"Nova Era” ou New Age”, o que é esta expressão, o que ela traduz na prática?

Segundo Manuel Guerra Gomez, “100 perguntas-clave sobre la “New Age” Monte Carmelo:

“Não tem fundador, nem data nem lugar de nascimento, nem rasgos individuais. Mais que uma realidade concreta, seria um clima, um ambiente, uma espécie de neblina sem forma determinada, capaz de adoptar qualquer forma, de acordo com qualquer ideologia, religião. Contudo, esta tendência ao confuso e difuso, talvez real em suas origens ou estado embrionário, agora é uma táctica que facilita a captação de adeptos. De facto a acta do seu nascimento pode fechar-se em 1962, ano da fundação de realidades tão determinantes e básicas na “New Age” como a comunidade de Esalen (Califórnia, EE.UU) (79A) e de Findhorn(Escócia) (cf. 79B) assim como da gestação e imediata publicação de “The Structure of scientific Revolutions” de Thomas S. Khun.
 
Alguns mações reconhecem que bastantes lojas maçónicas da costa californiana aderiram aos primeiros passos da “Nova Era”.
Obviamente, antes de nascer, houve um período de gestação em seio da teosofia, maçonaria, gnosticismo, biologicismo do séc. XIX com um deísmo e agnosticismo imperantes, por conseguinte rechaço do Deus pessoal e influente na vida dos homens como na história dos povos.”

É uma espécie de nova espiritualidade, nasceu para oferecer uma falsa utopia que responde à sede profunda de felicidade do coração humano, especialmente nestes tempos de vacuidade e niilismo. É uma ética e uma moral líquida que adopta qualquer forma.

“New Age” é também um título de uma das mais conhecidas publicações maçónicas dos EE.UU. New Age Vision é também um folheto publicado desde 1967 por um dos seus porta vozes, David Spangler.

É também um nome de um novo período da humanidade, a “Era Aquário”. Se chama assim porque nos encontraríamos quase no final do ciclo astronómico, zodiacal, (Peixes) e início de outro( Aquário).
Os impérios da mesopotâmia haviam florescido sobre o signo Touro, o judaísmo em Carneiro, o cristianismo em Peixes e agora teríamos a Aquário a Nova Era e a Nova Ordem Mundial, uma humanidade nova e uma nova religiosidade.

Em 1996 Bob Brown, político homossexual do partido os verdes do parlamento australiano, escreveu um livro em conjunto com Peter Singer, um conhecido filósofo, que refuta o status único dos humanos e apoia o infanticídio humano, o aborto dos humanos e a eutanásia dos humanos…(suponho que as mesmas práticas aplicadas nos animais já sejam rechaçadas.) Que o homem está ao mesmo nível dos animais, embora depois na prática até estejam em inferioridade, são contra as plantas e seres invasores, a favor das plantações e seres autóctones, no plano dos humanos a favor da emigração descontrolada, ou seja, são um conjunto de contradições éticas, no entanto, é esta nova ética que querem substituir ao cristianismo.


O vazio não existe, ou é religião ou negação ao divino, é intrínseco ao Homem, assim esta nova espiritualidade se manifesta de várias formas… Reiki, Yoga, Cientologia, Igreja Universal do Reino de Deus-Pare de Sofrer, Testemunhas de Jeová, Mormons, etc tudo com a promoção do relativismo maçom, o comum a todas as religiões, o comum a todas as culturas, tudo isto é uma falácia, porque não existe um comum a todas as gastronomias, ninguém mistura um hambúrguer com um caldo verde dentro do prato, não existem várias morais, várias éticas, só pode existir uma, não existe o comum a várias línguas, ou se fala inglês ou francês ou mandarim. Daí que nas palavras de Shirley Maclaine uma nova seguidora da pauta, diga que “tudo é Deus”, “nós somos Deus” “eu sou Deus”.

A “New Age” manifesta-se nas redes sociais com furor massivo, as Kardashian, Mia Astral, milhares de jovens seguem estes novos deuses, dizem que são universitários, classe média, o charlatanismo impera, a drogas são promovidas sem pudor, reparem nas contradições de quem repele o cristianismo em favor da razão, e adopta a astrologia em vez da astronomia que historicamente incluiu disciplinas tão diversas como astrometria, navegação astronômica, astronomia observacional e a elaboração de calendários. Durante o período medieval, seu estudo era obrigatório e estava incluído no Quadrivium que, junto com o Trivium, compunha a metodologia de ensino das Sete Artes liberais, hoje esta nova geração lê o horóscopo para gerir a semana.

O maçon Juan Guaidó líder da oposição que se declarou 
presidente da Venezuela , apresenta-se numa entrevista ao The New Yorker, e não é maçom por acaso, com o seu astrólogo, o mesmo afirma que Guaidó é descendente de um chefe indígena do séc. XVI, o astrólogo do "presidente" chama-se David, afirma-se também ele descendente de Guaicaipuro, um cacique nativo indígena e líder de várias tribos do Caribe do séc. XVI.
Na política moderna é já moda ter um astrólogo.


A soberba da Nova Era está assim apresentada de várias formas e com o patrocínio de Hollywood, da grande imprensa, entra pela televisão todos os dias de várias formas, na publicidade, na escola com partido, através do conceito de cidadania imposto pelo braço da maçonaria(ONU) e sempre satânica, anti-natural. É o neopaganismo.
O objectivo primordial de tudo é: um só governo mundial, uma só religião, um só exército, uma só ética, uma só moeda.

Gago Coutinho

quarta-feira, 10 de julho de 2019

Policias de merda, segundo o senegalês Mamadou Ba


Portugal, pequeno país situado entre a Espanha e o Atlântico está um pouco menos tranquilo por estes dias. Desde que a grande diáspora Africana foi importada no final dos anos 60, ainda no tempo do regime do Estado Novo. Agora a história é diferente.
Já é conhecido o facto de Lisboa e os seus subúrbios serem densamente povoados por uma comunidade muito grande de Africanos que, usam frequentemente a violência, às vezes terminando em morte, tendo apenas a polícia de gestão para manter a ordem e a segurança nestes bairros. 
No entanto, mais importado do que as comunidades Africanas em Portugal, são as novas mentalidades, as novas ideias da comunidade negra, importadas dos Estados Unidos. 
Além de se organizarem, em grupos que rapidamente organizam violentos protestos e revoltas como as que aconteceram em Lisboa no final de Janeiroonde milhares de euros foram destruidos, com muitos carros e casas a serem queimados, destruídos, depois de a polícia ter sido expulsa de um bairro Africano , de seu nome Jamaica, para onde as forças de segurançs tinham sido chamadas para acabar com uma briga familiar.
Este novo modus operandi das comunidades negras  importado todo ele dos USA, é amplamente difundido entre os meios de comunicação portugueses, o que prejudica o trabalho da polícia. 
Para atiçar ainda mais a fogueira, a justiça portuguesa, optou por classificar o criminoso como o bom da fita, e o policia o vilão que é de uma forma geral condenado por cumprir a sua missão o seu dever
Pior do que a demonização da polícia portuguesa, que arrisca a sua vida para proteger o cidadão comum e garantir a ordem nestes bairros africanizadas, é o facto de os africanos estão agora, apoiados pelos partidos da extrema esquerda, incluindo o partido socialista no governo, tentando alcançar posições de poder nas próximas eleições, em Outubro. 
Infiltraram-se nos partidos da extrema-esquerda, alguns deles já estão sendo contratados e pagos com dinheiro dos contribuintes, como Mamadou Ba, um acessor arlamentar do Bloco de Esquerda, natural do Senegal, com cidadania portuguesa sendo msmo presidente do movimento SOS Racismo, que se de forma ofensiva e provocatória, chama a Polícia portuguesa ' polícias de merda"
Ironicamente, a reacção para com a sua declaração provocou tanta fúria entre os cidadãos Portugueses, que para andar na rua  precisou dessa mesma polícia. 
Retirado do Defend Europe de autoria do Beirão

terça-feira, 25 de junho de 2019

Portugal e o Pacto para as migrações da ONU


É consabido que Portugal tem funcionado como plataforma giratória das políticas que fomentam a ENTRADA de Imigrantes ILEGAIS no Espaço Schengen! Sendo certo que, em regra, são os portadores de passaportes falsos e documentos forjados que optam por residir em Portugal, certo é que usufruindo de “benefícios sociais” (RSI, alojamento e outras benesses) que, irresponsavelmente, o Estado Português lhes atribui, com um estatuto de “refugiados”, que não são, certo é que apenas têm sido usados como financiamento para a sua livre circulação (e práticas criminosas e, mesmo, de terrorismo) noutros países europeus.
Serão centenas, senão milhares, os casos. Porém, entre estes, os mais famosos (entre outros que às mesmas práticas se vêm dedicando na sombra), acabaram por ser identificados e, mais tarde, detidos ou mortos, por autoridades policiais e militares, não em Portugal, mas em França, na Alemanha e no Luxemburgo, ou nos territórios então controlados pelo Daesh
Beneficiando do estatuto de “refugiados”, do regime de asilo e de autorizações de residência, Hicham El-Hanafi, Abdesseam Tazi, Abdessamad Anbaoni Yahya Nouri, Abderrahman Bazouz, Yahya Nouri, El Mehdi Kassim, Yassine Bousseria e, entre outros (uns já identificados, outros que continuam a sua missão), todos apresentam algumas características comuns: 
-nunca foram “refugiados” (apesar de terem obtido, com o beneplácito das autoridades portuguesas, tal “estatuto” e benesses associadas), muito menos “sírios” (apesar de ostentarem passaportes e vários outros documentos forjados, com vários nomes e idades falsas), todos apresentados e considerados como “muçulmanos moderados”, “simpáticos bons rapazes” e com fundos bastantes para viajarem e circularem de e para Portugal, com passagens pela França, Alemanha, Bélgica, UK, Turquia, Iraque, Síria (e, mesmo, pelo Brasil, Venezuela, Colômbia, entre outros destinos mais ou menos “turísticos” e onde o terrorismo anda de mão dada com gangs de tráfico de seres humanos, drogas e armas), a expensas dos tais subsídios concedidos pelo Estado Português, complementados por quantias recolhidas junto de outros elementos desta rede terrorista islâmica, a mando e sob coordenação de Boubaker El-Hakim, Wallid Hamam, Mohamed Abrini e Abdelhamid Abbaoud, para compra de armas e explosivos e atentados terroristas que se viriam a perpetrar, em 2016 (apesar de alguns terem sido, a tempo, evitados), mormente em Paris e em Bruxelas.
É óbvio que este “pacto” não será seguido, nem pela China, nem pelos países árabes, nem pelos países não Ocidentais e o facto de não ser vinculativo visa, exactamente, esse propósito: não ser respeitado por aqueles cujo adimplemento não interessa, ou convém, apenas e só os pressionar habituais os países-alvo. Aliás tal como o “acordo climático”…
A veemente REJEIÇÃO do intolerável e criminoso, designado pomposamente, “UN Global Compact for Safe, Orderly and Regular Migration”, em linha com as Nações que, na Europa, já manifestaram a sua clara e frontal oposição (bem como ao reforço dos meios da Censura institucionalizada que estão em preparação contra os Povos que se recusarem a cair nesta falácia, a saber: Eslováquia, Hungria, Áustria, Bulgária, Republica Checa, Croácia, Estónia, Polónia e Itália) é uma prioridade nacional