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terça-feira, 19 de setembro de 2023

O que é a Nova Ordem Mundial ?

O Termo New World Order (NWO) tem sido utilizado por muitos políticos através dos tempos, e é o termo genérico utilizado para nos referimos à conspiração global que está a ser orquestrada por indivíduos extremamente poderosos e influentes, geneticamente relacionados (pelo menos nos níveis mais altos) que inclui algumas das pessoas mais ricas do mundo, líderes políticos de topo e elite das corporações assim também como os membros da chamada “família real europeia” (dominada pela coroa Britânica) e a sua meta é criar um governo fascista mundial, acabando com as fronteiras nacionais e regionais e controlar tudo e todos. 
Leiam o que disse o banqueiro Sionista, Paul Warburg: 
"Teremos um governo mundial quer queiram quer não. A única questão é se esse governo será conseguido por conquista ou com consentimento. (17 de Fevereiro de 1950, tal como foi testemunhado no Senado Americano). 
A intenção deles é ter total e completo controle sobre qualquer ser humano existente no planeta e reduzir dramaticamente a população mundial em 2/3. Enquanto que o nome “Nova Ordem Mundial” é o termo mais frequentemente utilizado para nos referirmos vagamente a alguém envolvido nesta conspiração, o estudo de exactamente quem faz parte de este grupo é complexo e intrigante.

Em 1992, o Dr. John Coleman publicou o livro Conspirators Hierarchy: The Story of the Committee of 300 (Hierarquia dos Conspiradores: A História do Comité dos 300). Com uma boa bolsa de estudo e uma pesquisa meticulosa, Dr Coleman identifica os jogadores e cuidadosamente demonstra os planos da Nova Ordem Mundial para um domínio e controlo mundial. Na página 161 do livro Conspirators Hierarchy, Dr Coleman sumariza com precisão as intenções e propósitos dos Comité dos 300:

“Um Governo Mundial e um sistema único monetário, numa permanente hierarquia sem eleições que se auto nomeiam entre si na forma de um sistema feudal como era feito na Idade Média. Nesta entidade de “Um Mundo”, a população estará limitada por restrições no número de crianças por família, doenças, guerras, fome, até que 1 bilião de pessoas que são inúteis para a classe administradora, em áreas que serão claramente e estritamente definidas, sejam o total da população mundial.

Não existirá classe mídia, apenas governantes e escravos. Todas as leis serão uniformes de acordo com um sistema legal de tribunais mundiais que praticam o mesmo código legal unificado, reforçados por uma força policial e militar para impor as leis nos países formados onde não existirão fronteiras. O sistema estará na base dum estado de bem-estar, aqueles que forem obedientes e subservientes para o Governo serão recompensados com os meios para sobreviver; os rebeldes irão simplesmente morrer a fome ou serão considerados fora-da-lei e serão um alvo para qualquer pessoa que os queira matar. Possuir armas de fogo ou qualquer tipo de arma serão proibidas entre o povo.

Porquê que a conspiração é desconhecida ?

A complexa rede enganosa que rodeia os indivíduos e organizações envolvidas nesta conspiração fazem “limpezas cerebrais”, mesmo aos mais astutos entre nós. Muitas pessoas reagem com cepticismo e não acreditam, desconhecendo que foram condicionados a reagir com cepticismo por influência de instituições e mass-media. 

O autor do livro “The Top 13 Illuminati Bloodlines” (As 13 grandes linhagens dos Illuminati) diz que a maioria das pessoas têm barreiras mentais que impedem o cérebro de fazer uma examinação crítica a certos tópicos sensíveis. As “barreiras mentais” são um termo usado na CIA para um tipo de resposta condicionada que bloqueia o pensamento de uma pessoa e acaba com ele. Por exemplo, à menção da palavra “conspiração”, muitas pessoas reagem como se se tratasse de algo inventado por alguém saído dum hospital psiquiátrico, não querem sequer ouvir falar porque acham invenção, e é essa resposta que os Illuminati esperam que tenhamos quando ouvimos falar de conspirações, para continuarmos a ser ignorantes em relação ao que querem fazer connosco.

O que muitas pessoas acreditam que seja a “Opinião Pública” está na realidade a ser cuidadosamente manipulada por propaganda encriptada, feita para incitar uma resposta comportamental desejada pelos manipuladores. As votações de opinião pública são feitas com a intenção de calibrar a aceitação do público aos programas planeados da Nova Ordem Mundial. Uma exibição forte nas votações diz-lhes que a programação "está a ser feita", enquanto que uma exibição pobre diz aos manipuladores da Nova Ordem Mundial que têm que refazer ou modificar a programação até que a resposta desejada seja conseguida.

A NWO Modus Operandi

Os conspiradores globais da Nova Ordem Mundial manifestam os seus planos através da manipulação das emoções humanas, especialmente medo. Nos séculos passados, eles têm repetidamente utilizado a técnica de propaganda que o pesquisador e autor David Icke tem caracterizado no seu novo livro, The Biggest Secret, Problema, Reacção, e Solução.

A técnica e a seguinte: estrategistas da Nova ordem Mundial criam o Problema - financiando, montando, e treinando um grupo de oposição para estimular o conflito num poder politico estabelecido (pais soberano, região, continente, etc...). Em décadas recentes, os chamados grupos opositores são normalmente identificados nos media como 'freedom fighters' ou 'libertadores'.

Ao mesmo tempo, os líderes do poder politico onde o conflito está a acontecer e demonizado, e por isso, referido como um “novo Hitler” (faça a sua escolha: Saddam Hussein, Milosevic, Kadaffi, etc.). Os 'freedom fighters' não e de todo anormal montarem a partir de elementos locais criminosos(trafico de drogas). No espírito de maldade, os mesmos estrategistas da NWO estão igualmente envolvidos em operações de armar e dar apoio a líderes de países estabelecidos (a NWO lucra sempre com qualquer conflito armado, emprestando dinheiro, armando, e apoiando as partes envolvidas no conflito).O conflito é elevado para o palco mundial dos media com grandes quantidades de fotos e vídeos. Reportagens de atrocidades horríficas e sangrentas sofridas por civis inocentes. Assim e pedida ajuda "Algo tem de ser feito!" e ai esta a desejada reacção.

Os fantoches da NWO proporcionam a Solução enviando as tropas da UN 'Peace Keepers' (Bósnia) ou a UN 'Coalition Force' (guerra do Golfo) ou bombardeiros da NATO e depois tropas no solo (Kosovo), ou por causa de armas de destruição maciça, Que claro nunca serão encontradas. Uma vez instalados os soldados de paz, os 'peace keepers' nunca mais saem. A ideia é ter tropas controladas pela NWO em todos os países grandes e em áreas estratégicas onde resistência a NWO possa ser grande.

O que é a Nova Ordem Mundial ?

A parte corporativa da Nova Ordem Mundial é dominada pelos banqueiros internacionais, barões do petróleo e carteis farmacêuticos, também como outras corporações multinacionais. A família real inglesa, principalmente a Rainha Elizabeth II e a casa de Windsor, (que são na realidade, de facto, descendentes da realeza Europeia alemã – a família Saxe-Coburg-Gotha – mudou o nome para Windsor em 1914), são jogadores muito altos nos poucos governantes que controlam o topo da NWO. O centro das decisões e em Londres (especialmente a cidade de Londres), Basel Suiça, e Bruxelas (Sede da NATO).

As Nações Unidas, juntamente com todas as agências a trabalhar para a ONU, tais como Organização Mundial de Saúde, são jogadores a tempo inteiro no esquema. E a NATO é uma ferramenta militar da NWO.

Os Lideres dos maiores países industrializados como Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha, Itália, Austrália, Nova Zelândia, etc. (membros do "G7/G8") estão activos e plenamente cooperativos nesta conspiração. Neste século, o grau de controlo exercido pela NWO tem avançado até o ponto que apenas certos indivíduos escolhidos a dedo, que são seleccionados e manipulados tem a possibilidade de se tornarem o primeiro-ministro ou presidente de países como Inglaterra, Alemanha, ou os Estados Unidos. Não interessou se ganhava Bill Clinton ou Bob Dole nas presidenciais em 1996, os resultados teriam sido os mesmos. Ambos estão a lutar na mesma equipa. Qualquer um que não jogue na equipa e retirado: Alguém se lembra do Presidente Kennedy, Ali Bhutto (Paquistão) e Aldo Moro (Italia). Mais recentemente, Admiras Borda e William Colby foram também assassinados porque ou não queriam fazer parte da conspiração para destruir a América, não colaboravam, ou tentavam expor os planos da NWO.

O papel da Nova Ordem Mundial em moldar a história

Maior parte das grandes guerras, golpes de estado, e depleções/redenções econômicas dos últimos 100 anos (e antes) foram cuidadosamente planeadas e iniciadas pelas manipulações dessas elites. Elas incluem a guerra Espanha – América (1898), primeira guerra mundial e a segunda guerra mundial; a grande depressão; a revolução Bolshevik de 1917; o aparecimento da Alemanha Nazi; a guerra coreana; a guerra do Vietname; 1989-91 "queda" do comunismo Soviético; 1991 guerra do golfo; guerra no Kosovo. Até a revolução Francesa foi orquestrada pelos elementos da Nova Ordem Mundial.

[...] A aquisição e consolidação de ainda maior riqueza, recursos naturais, poder politico total, e controlo sobre outros são as forças motivadoras que fazem as decisões dos lideres da NWO. O sofrimento humano e o número de vidas inocentes não são um problema para estes indivíduos. Um livro esclarecedor e vividamente recomendado, que serve de complemento a esta informação: Pike, Theodore Winston. 1986. Israel, Our Duty, Our Dilemma. Big Sky Press, EUA, 345 pp

quarta-feira, 5 de abril de 2023

Finlândia e Suécia na NATO: atlantismo armado e russofobia ideológica avançam

Luigi Tedeschi

Editor do Periodico Italicum, Roma


A entrada da Finlândia e da Suécia na NATO tem a sua razão de ser no envolvimento quase total da UE na estratégia expansionista dos EUA em relação à Rússia


A guerra de Putin teve assim o efeito de reforçar a NATO? Esta é a ideia dominante na corrente dominante ocidental, que enaltece continuamente a nova unidade europeia na NATO. O que é certo é que a unidade granítica europeia manifestada na NATO pressupõe a aceitação incondicional do domínio dos EUA sobre a Europa. Uma NATO que depois se estendeu até às fronteiras da Eurásia Oriental.

Finlândia e Suécia na NATO: atlantismo armado e russofobia ideológica avançam

A entrada da Finlândia e da Suécia na NATO tem a sua razão de ser no envolvimento quase total da UE na estratégia expansionista dos EUA em relação à Rússia.

A guerra de Putin teve assim o efeito de reforçar a NATO? Esta é a ideia dominante na corrente dominante ocidental, que enaltece continuamente a nova unidade europeia na NATO. O que é certo é que a unidade granítica europeia manifestada na NATO pressupõe a aceitação incondicional do domínio dos EUA sobre a Europa. Uma NATO que depois se estendeu até às fronteiras da Eurásia Oriental.

Com a adesão da Finlândia e da Suécia à NATO, estão a ter lugar mudanças significativas na geopolítica europeia, tanto fora como dentro da própria Europa. De facto, com o fim do neutralidade da Finlândia e da Suécia, a NATO está a expandir-se na região nordeste da Europa, estabelecendo-se ao longo da fronteira russo-finlandesa. Uma área de 1.300 quilómetros, na qual serão estabelecidas bases da NATO e da Rússia com o seu armamento nuclear. A zona báltica, portanto, onde já estão estacionadas mais de 7.000 tropas da NATO (entre a Lituânia, Letónia e Estónia), que poderá em breve triplicar com a entrada da Finlândia, irá transformar-se numa nova cortina de ferro erguida pelo Ocidente em oposição aberta à Rússia de Putin.

De facto, o ex-presidente russo Medevedev declarou que "não será mais possível falar de um estatuto não nuclear do Báltico". As forças navais russas também serão destacadas para o Golfo da Finlândia. É certo que esta nova expansão da NATO para o nordeste não irá realmente beneficiar a estabilidade e segurança da Europa.

Também irá alterar a estrutura interna da própria Europa, uma vez que, com a adesão da Finlândia e da Suécia, terá lugar uma identificação quase total (com excepção da Áustria e da Irlanda) entre a UE e a NATO. A Europa torna-se assim uma zona fronteiriça no conflito que coloca os EUA contra a Rússia, um conflito que se estenderá no tempo para além da especificidade geográfica e política da guerra na Ucrânia. O destino da Europa é identificado com o do Ocidente, e além disso, na condição de subordinação estratégica, económica e geopolítica aos Estados Unidos.

A concepção de uma Rússia atrasada, na medida em que não se adaptou à era da globalização, ao cosmopolitismo liberal e ao mercado mundial, está ligada a um culto à pátria e à sacralidade das fronteiras, ou seja, a uma visão geopolítica do século XIX, é mais uma vez desmentida pelos factos. De facto, a estratégia de penetração na Eurásia teorizada por Zbigniew Brzezinski nos anos 90 está a tomar forma, implicando o cerco da Rússia, sempre negada pelo Ocidente e ridicularizada como um leitmotiv propagandístico-ideológico re-proposto ao longo dos séculos pelos regimes autoritários russos para legitimar o totalitarismo e o expansionismo russos. Contudo, se várias manobras de cerco e isolamento da Rússia já tivessem sido postas em prática com as revoluções coloridas na Geórgia e Ucrânia e com o expansionismo ininterrupto da NATO na Europa Oriental, com o alargamento da Aliança Atlântica na zona do Báltico, é evidente que os receios da Rússia em relação à estratégia americana de agressão contra a Eurásia eram e são hoje ainda mais fundados.

Vale também a pena notar que os governos da Finlândia e da Suécia estão a exercer uma pressão significativa tanto sobre a opinião pública como sobre as instituições da NATO para aderirem rapidamente à Aliança Atlântica. No plano interno, existe um amplo apoio popular à adesão à NATO, atingindo 68% na Finlândia e 49% na Suécia. De facto, a Finlândia decidirá dentro de algumas semanas e a Suécia discutirá a questão rapidamente. Por conseguinte, em junho de 2022, o pedido oficial de adesão da Finlândia já deveria ter sido apresentado. Este consentimento popular à Aliança Atlântica tem suscitado grande espanto, dada a longa tradição neutralista e pacifista de ambos os países, apesar de já serem parceiros informais na própria NATO. Putin, no entanto, vai encontrar-se com uma zona fronteiriça duplicada com os países membros da NATO.

As razões oficiais para a entrada da Finlândia e da Suécia na NATO estão ligadas às ameaça de invasões russas, que se tornaram alarmantes após o conflito na Ucrânia, e, portanto, à necessidade de defender as fronteiras do nordeste da Europa, que só seria garantida pela adesão de ambos os países à NATO.

Mas a realidade é bastante diferente. É evidente que a expansão gradual da NATO para Leste revelou a natureza agressiva da Aliança Atlântica, dado também o desaparecimento da sua função defensiva na Europa, na sequência do colapso da URSS. Por conseguinte, a entrada da Finlândia e da Suécia na NATO tem a sua razão de ser no envolvimento quase total da UE na estratégia expansionista dos EUA em relação à Rússia. Afinal, para além do neutralismo da fachada, todos os países escandinavos estão cultural e politicamente ligados ao Ocidente americano e, portanto, a sua inclusão na NATO é perfeitamente consistente com o seu bem estabelecido alinhamento filo-ocidental.

Os países escandinavos estão etnica, cultural e historicamente relacionados com o germanismo. Após a Segunda Guerra Mundial, foram sujeitos a um verdadeiro desenraizamento identitário. Um profundo transplante cultural foi realizado para eles pelos poderes vitoriosos. Assim, a partir do período pós-guerra (excluindo a Finlândia), a Escandinávia tornou-se parte integrante da área geopolítica anglo-saxónica e atlântica.

A Escandinávia é notoriamente um modelo de cultura liberal e de política progressista, em termos de direitos humanos, liberdades individuais, pacifismo, cosmopolitismo, defesa das minorias étnicas e sexuais, bem como o berço da cultura de género. A inseparável afinidade ideológica do progressivismo radical escandinavo com a cultura liberal americana é, portanto, evidente. Não é coincidência que alguns tenham chamado à Suécia a Coreia do Norte do "politicamente correcto".

No entanto, existe uma contradição entre esta recente vocação militarista da Escandinávia e o seu pacifismo profundamente enraizado. Mas esta contradição é apenas aparente. De facto, esta atitude pró-NATO, que contribui para aumentar as tensões na Europa, revela o fundamental americanismo escandinavo, dadas as posições ultramilitaristas e russófobas tomadas pela elite liberal americana.

Actualmente, o atlantismo é o valor central da UE, que está fatalmente implicado nas estratégias imperialistas americanas. Basta pensar na Noruega, membro da NATO mas não membro da UE, contudo um país atlantista talibã, que se enriquece fraudulentamente nas costas da Europa com a sua crise energética. Nenhuma contestação dentro da UE. A russofobia atlantista justifica mesmo o estrangulamento energético norueguês.

Com a identificação da UE e da NATO surge claramente uma nova cortina de ferro erguida a fim de blindar a Europa num atlantismo integral, com o objectivo de preservar o domínio americano incontestado. A Europa torna-se, no contexto atlântico, um continente fechado em si mesmo, capaz de preservar o seu próprio sistema neoliberal, símbolo de um Ocidente anacrónico e decadente que se afastou das transformações urgentes de um mundo que se tornou multipolar.

Estamos a assistir ao declínio definitivo da Europa pós-histórica que emergiu após o fim da Segunda Guerra Mundial. Uma Europa, ou seja, isolada e marginalizada no contexto global, que devolveu a soberania e a defesa à superpotência americana. O regresso da Hstória, que se tornou dramático para esta Europa que hiberna há demasiado tempo, com a guerra russo-ucraniana imporá escolhas epocais inevitáveis a curto prazo.

A unidade supostamente granítica da Europa da NATO já mostra as primeiras fendas na adesão ao extremismo russofóbico americano: entre a França, Alemanha, Espanha e Itália, está a emergir uma Europa que ainda quer manter a sua própria linha política nas suas relações com a Rússia, por oposição à Europa báltica e oriental que está completamente homologada à agressiva geopolítica dos Estados Unidos.

A Europa não é a UE e, portanto, mais do que a adesão à NATO, deveria aspirar à adesão à nova história que está a emergir com a emergência do novo mundo multipolar.

Italicum - Periodico di cultura, attualità e informazione


segunda-feira, 6 de abril de 2009

Ocidente de cócaras.

A Turquia só aceitou a nomeação do primeiro-ministro dinamarquês para a liderança da Nato em troca dum pedido formal de desculpas ao mundo islâmico pela publicação das caricaturas de Maomé. Aqui.
É por estas e por outras que o Ocidente chegou ao presente estado de humilhação civilizacional em que se encontra. Aqui.