sábado, 28 de março de 2020

O porquê da tragédia do COVID19 ter explodido no Norte de Itália

Shen Jianhe perdeu o emprego e a casa quando a polícia italiana fechou sua fábrica de roupas na cidade toscana de Prato.

De dia, a mãe de quatro filhos, com 38 anos, costurava calças numa das quase 5.000 oficinas pertencentes a imigrantes chineses em Prato, que produzem roupas baratas para empresas de moda na Itália e em toda a Europa.

À noite, dormia num cubículo escondido atrás de um guarda-roupa de madeira na fábrica de Shen Wu - até a polícia chegar numa manhã fria de Dezembro. A policia fechou as fábricas e confiscaram as 25 máquinas de costura levando a cabo a repressão a uma indústria que está em expansão, mas atropelada pelas condições da ilegalidade das oficinas.

No meio dos rolos de tecido, sobras de comida e cabos elétricos pendurados, havia os pertences de Shen: um casaco rosa para bebê, um banquinho azul para crianças, e um laptop. 

"Que escolha eu tenho?" disse Shen, com lágrimas nos olhos.

Prato, a capital histórica dos negócios têxteis da Itália, atraiu a maior concentração da indústria chinesa na Europa em menos de 20 anos.

Cerca de 50.000 chineses vivem e trabalham na área, produzindo roupas com a premiada etiqueta "Made in Italy", que as diferencia das peças de vestuário produzidas na própria China, mesmo na extremidade inferior dos negócios da moda.

De certa forma, a comunidade chinesa de Prato teve sucesso onde as empresas italianas falharam. A economia da Itália mal cresceu na última década e está apenas emergindo da recessão, em parte devido à incapacidade de muitos pequenos fabricantes de acompanhar a concorrência global.

No entanto, Prato, que fica a 25 km (16 milhas) da joia renascentista de Florença, que também é um centro próspero de ilegalidade cometido por italianos e chineses, um subproduto da globalização que deu errado, dizem muitas pessoas na cidade.

Até dois terços dos chineses em Prato são imigrantes ilegais, segundo as autoridades locais. Cerca de 90% das fábricas chinesas - praticamente todas alugadas para empreendedores chineses por italianos proprietários dos prédios - violam a lei de várias maneiras, diz Aldo Milone, vereador responsável pela segurança.

Isso inclui o uso de tecidos contrabandeados da China, sonegação de impostos e violação grave dos regulamentos de saúde e trabalho. Este mês, um incêndio, que os promotores suspeitam ter sido acionado por um fogão elétrico, matou sete trabalhadores enquanto dormiam em cubículos de papelão em uma oficina.

As autoridades italianas reconhecem que não reprimiram efetivamente o comportamento ilícito crescente.

O prefeito de Prato, Roberto Cenni, ele próprio um empresário têxtil, chegou em 2009 prometendo limpar a área. Cenni diz que triplicou as inspeções desde então, mas ainda assim apenas uma pequena fração das fábricas é monitorada regularmente.

"Não temos a capacidade de combater esse sistema ilegal", disse ele, observando que Prato tem apenas dois inspetores do trabalho.

Em alguns casos, as autoridades locais compartilham a culpa. O promotor-chefe de Prato, Piero Tony, ordenou a prisão de 11 pessoas este mês, incluindo um funcionário do conselho da cidade suspeito de emitir permissões de residência falsas - por entre 600 e 1.500 euros (820 a 2.100 dólares) por peça - para mais de 300 imigrantes chineses desde maio .

COMPETIÇÃO RÍGIDA

A maioria dos chineses de Prato vem de Wenzhou, uma cidade costeira na província de Zhejiang. Eles começaram a migrar para Prato em meados da década de 1990 para trabalhar em fábricas têxteis de propriedade italiana e rapidamente dominaram toda a cadeia de produção.

Andrea Cavicchi, chefe local do lobby empresarial da Confindustria, diz que a entrada da China na Organização Mundial do Comércio em 2001 soou a morte de muitos artesãos locais de Prato, pois as barreiras comerciais impostas pela União Europeia para proteger seus fabricantes foram gradualmente eliminadas.

Como as empresas locais especializadas em tecidos de alta qualidade começaram a cortar empregos para competir com importações estrangeiras mais baratas, os empreendedores chineses começaram a alugar armazéns italianos abandonados para montar suas próprias fábricas. Gradualmente, os chineses de Prato ofereceram a velocidade, eficiência e alta produtividade que muitas empresas italianas não possuíam.

Agora eles exportam milhões de peças de vestuário de baixo custo - uma camisa de algodão feminina é vendida por menos de 2 euros e um casaco para 12 - em todo o continente. A filial de Confindustria, em Prato, estima que esse negócio valha 2 bilhões de euros por ano, ou metade do faturamento dos fabricantes de têxteis italianos no distrito.

"Entre 2001 e 2011, a indústria têxtil italiana em Prato viu sua rotatividade e sua força de trabalho cair pela metade. Mas a realidade é que não podemos culpar os chineses. O problema é que nossos custos de mão-de-obra e energia significam que não podemos competir". diz Cavicchi. "A velocidade é crucial. Em apenas três dias eles podem produzir milhares de peças de vestuário. E o resultado final - mesmo que seja um tecido barato importado da China - é perfeito ".

Os caminhões transportam as roupas para os compradores nos principais mercados europeus em um ou dois dias. No negócio de moda em rápida mudança, isso dá às oficinas de Prato uma vantagem competitiva sobre os rivais na China, que levam 40 dias para enviar sua produção por via marítima para a Europa.

Fora das muralhas da cidade de Prato, a principal Via Pistoiese se transformou em uma movimentada Chinatown, com restaurantes chineses, cabeleireiros, escolas, agentes de viagens e jovens praticando a arte marcial do Tai Chi no parque.

Por muitos anos, o governo local de Prato fez pouco sobre a crescente comunidade chinesa, cuja presença ajuda a economia local. "Havia um pacto tácito para olhar para o outro lado, porque os chineses também estavam trazendo muito dinheiro, ajudando a amortecer o impacto da crise financeira global na região", disse Massimo Bressan, pesquisador sobre questões de imigração na Iris de Prato. instituto.

Quando Cenni se tornou prefeito de Prato, ele prometeu restaurar o estado de direito na cidade de pouco menos de 200.000. Além de aumentar o número de inspeções nas fábricas, o governo local aumentou o custo da recuperação de máquinas confiscadas e introduziu um decreto que permite que um armazém seja declarado "impróprio" até cumprir as normas de segurança.

Mas parte do problema é que 60% das oficinas chinesas duram apenas dois anos, geralmente fechando e reabrindo sob um nome diferente para evitar cheques das autoridades fiscais. Os imigrantes ilegais encontrados pela polícia são obrigados a deixar a Itália dentro de cinco dias, mas não há como garantir que eles realmente o façam, disse Milone, vereador da cidade. "É uma piada", disse ele.

Além disso, muitos imigrantes ilegais chegam com vistos de turista de três meses, mas ficam na Itália por alguns anos, até ganharem dinheiro suficiente para voltar à China.

"Faço inspeções há 15 anos e posso dizer que para cada fábrica que fecharmos, outra brotará no dia seguinte. Aqui a atitude é muito frouxa, existe uma forma de conivência", disse um policial judiciário que não quis ser identificado porque não tem permissão para falar com a imprensa.

FLAMES

Do lado de fora da fábrica Teresa Moda, que ardeu em chamas neste mês, cabides carbonizados e rolos de tecido estão espalhados pelo chão, os restos de cortinas pretas e queimadas impedem as pessoas de olharem para dentro.

"A dor não tem cor", dizia uma folha de papel do lado de fora do portão gravada acima das fotos das sete vítimas, que a polícia diz que demorou dias para identificar porque os parentes estavam com muito medo de se apresentar. Um dos mortos sufocou enquanto tentava escapar por uma janela protegida por barras de ferro.

Um trabalhador chinês que veio prestar suas homenagens disse que fazia em média 70 camisas por dia e recebia 70 centavos por cada camisa. Em um bom mês, o trabalhador - que disse ter medo de dar seu nome - disse que poderia ganhar 1.500 euros.

Nas proximidades, os trabalhadores da fábrica de Shen Wu sentavam-se regularmente em suas máquinas de costura por até 14 horas por dia. Li Hong, 29 anos, trabalha lá há quase um mês, todos os dias, das 8h às 22h.

Shen Jianhe era o trabalhador mais antigo da fábrica. Ela estava na Itália há 10 anos e era a única trabalhadora lá com uma autorização de residência e contrato de trabalho. "O que acontecerá com minha máquina de costura? Preciso que funcione", disse ela, quando a polícia começou a selar todas as ferramentas encontradas nas instalações.

Shen disse que seus filhos não moravam com ela na fábrica, apesar de itens infantis - incluindo um livro de histórias com o título "Onde está minha mãe?" - estavam espalhados pelo chão de seu cubículo úmido e sem janelas, que media cerca de 2 metros quadrados e estava quase totalmente preenchido por uma cama.

"Agora preciso encontrar outro emprego. Preciso alimentar meus filhos", disse ela.


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sexta-feira, 27 de março de 2020

Levantai Hoje de Novo


DIGAM O QUE DISSEREM A UE, É UMA ORGANIZAÇÃO QUE SÓ SERVE PARA PATROCINAR A INVASÃO DA EUROPA POR HORDAS DE REFUGIADOS QUE NÃO TÊM NADA A VER COM OS EUROPEUS. 
COM ESTA INVASÃO, PERTENDEM OS PULHAS QUE ESTÃO NO POLEIRO, ACABAR COM AS IDENTIDADES NACIONAIS, MISCIGENAR AS CULTURAS, ACABAR COM A RELIGIÃO CATÓLICA, ACABAR COM A INSTITUIÇÃO FAMILIAR E CONSEGUIR UM EXÉRCITO DE ESCRAVOS DÓCEIS, ACÉFALOS QUE FORNECERÃO MÃO DE OBRA BARATA. 
É UM ARREMEDO DA URSS. NA PRIMEIRA GRANDE CRISE EUROPEIA, ALEMANHA, FRANÇA, HOLANADA VIRAM AS COSTAS AOS MAIS NECESSITADOS DE AUXILIO E DÃO ORDENS PARA DEIXAREM MORRER OS IDOSOS QUE FORAM OS PRINCIPAIS OBREIROS DE UMA EUROPA PRÓSPERA E EM PAZ, APÓS DUAS GUERRAS MUNDIAIS. 
FORAM 50 ANOS DE PAZ E PROSPERIDADES QUE ESTES GRANDESSISSIMOS FILHOS DE PUTAS MARXISTAS DE PENSAMENTO, SOCIALISTAS DE MERDA, DESTRUIRAM.
SOU NACIONALISTA E PELA MINHA BANDEIRA LUTAREI NOVAMENTE SE A ISSO ME OBRIGAREM.

quinta-feira, 26 de março de 2020

A Sea Watch quer transferir refugiados da Grécia para a Alemanha

A organização pró-imigração alemã Sea Watch tem uma idéia inovadora de como a União Européia pode lidar com a atual crise migratória na Grécia: usar navios de cruzeiro para trasladar migrantes para a Alemanha.

As ilhas gregas no mar Egeu estão actualmente abrigando dezenas de milhares de migrantes em campos. A Sea Watch está preocupada com o facto de que com o surto do coronavírus, os migrantes correm o risco de infecção em massa devido às más condições sanitárias nos campos.

Mas a pandemia oferece outra oportunidade que a Sea Watch acha que poderia ser uma solução para o problema. Todos os navios de cruzeiro foram temporariamente desactivados devido ao surto. Esses navios podem transportar milhares desses refugiados e estão equipados com instalações médicas avançadas. Assim, a Sea Watch recomendou à UE que os navios fossem usados ​​para transferir migrantes das ilhas gregas para a Alemanha, de acordo com um relatório no site de notícias socialistas Morning Star.

A Sea Watch disse que ajudaria o esforço com apoio médico e logístico.

Em proposta, a Sea Watch observou que mais de 140 cidades e municípios alemães declararam a sua disposição de aceitar migrantes e que somente a Alemanha poderia acomodar até 40.000. Eles também apontaram que o governo alemão é um dos principais financiadores das linhas de cruzeiro.

"Quem deixar de garantir que as pessoas sejam evacuadas agora será cúmplice da possível morte de centenas", afirmou Johannes Bayer, presidente da Sea Watch.

Outra instituição de caridade alemã, a Mission Lifeline, planeja transferir crianças migrantes dos campos gregos para Berlim em voos fretados, algo que já havia feito antes. A instituição beneficente conseguiu facilmente angariar fundos para o esforço e agora aguarda apenas as autorizações do governo alemão.

Os países que se recusam a receber mais migrantes por causa da pandemia de coronavírus estão violando as convenções internacionais de direitos humanos, disse a Mission Lifeline ao Morning Star.

Outros países europeus, no entanto, já estão esticados até o limite devido aos surtos e estão sendo forçados a liberar migrantes de volta à população em geral devido à falta de recursos, conforme relatado anteriormente pela Voz da Europa.

terça-feira, 17 de março de 2020

Dean Koontz não previu o coronavírus em um romance de 1981

O coronavírus é oficialmente uma pandemia global; portanto, naturalmente, as pessoas estão alimentando as suas ansiedades consumindo vorazmente filmes e livros sobre outros surtos.
Alguns deles têm semelhanças assustadoras com o que está acontecendo agora, levando algumas pessoas na internet a afirmar que certos contadores de histórias "previram" a disseminação do coronavírus.
Um exemplo particularmente impressionante vem de um romance de suspense de Dean Koontz chamado "Os Olhos das Trevas".

Num tweet que já foi amplamente compartilhado, alguém disse que Koontz havia previsto o surto de coronavírus com base numa página do livro. Mas dizer que Koontz viu tudo isso acontecer é um pouco exagerado. Afinal, um romance é uma obra de ficção.

Então, vamos esclarecer.

No livro, o vírus é uma arma feita pelo homem
Numa página do romance, um personagem chamado Dombey narra uma história sobre um cientista chinês que levou uma arma biológica chamada "Wuhan-400" para os Estados Unidos:

"Para entender isso", disse Dombey, "é preciso recuar vinte meses. Foi nessa época que um cientista chinês chamado Li Chen desertou para os Estados Unidos, trazendo uma disquete da nova e mais perigosa arma biológica da China. Eles chamam o material de 'Wuhan-400' porque foi desenvolvido nos seus laboratórios de RDNA fora da cidade de Wuhan, e era a quatrocentos na produção viável de microorganismos criados pelo homem naquele centro de pesquisa ".

Primeiro, vale ressaltar que na edição original de 1981 de "The Eyes of Darkness", essa arma biológica foi chamada "Gorki-400", em referência a uma localidade russa. O nome da arma foi alterado para "Wuhan-400" quando o livro foi lançado novamente em 1989, segundo o South China Morning Post.

É verdade que o actual surto de coronavírus começou em Wuhan, China. Mas a ideia de que o vírus foi criado em laboratório é na verdade uma teoria da conspiração que se originou em contas de mídia social não verificadas e que foi amplamente descartada por cientistas da China e do Ocidente.

Especialistas ainda estão tentando descobrir a fonte exacta do vírus, mas pesquisas indicam que ele provavelmente se originou em morcegos e foi transmitido a um hospedeiro intermediário antes de "saltar" para as pessoas - assim como o seu primo que causou a epidemia de SARS em 2003.

No livro, o vírus tem uma taxa de mortalidade de 100%
Num parágrafo posterior, o personagem Dombey continua dizendo que ninguém infectado pelo vírus sobrevive:

"E o Wuhan-400 tem outras vantagens igualmente importantes sobre a maioria dos agentes biológicos. Por um lado, você pode se tornar um portador infeccioso apenas quatro horas após entrar em contato com o vírus. Esse é um período de gestação incrivelmente curto. Uma vez infectado, ninguém vive mais de vinte e quatro horas. A maioria morre em doze. A taxa de mortes de Wuhan-400 é de cem por cento. "

Esse não é o caso do coronavírus.

Primeiro, as pessoas infectadas pelo coronavírus tendem a desenvolver sintomas cerca de cinco dias após a exposição e quase sempre dentro de duas semanas, de acordo com um estudo recente.

Em segundo lugar, a taxa de mortalidade por coronavírus não chega nem perto de 100%.

Embora o vírus possa ser fatal, são principalmente os idosos e aqueles com um sistema imunológico enfraquecido ou outras condições de saúde que enfrentam riscos mais sérios.

As autoridades estimam que a taxa de mortalidade do vírus seja entre 3% e 4% em todo o mundo, com base nas informações que eles têm, embora esperem que esse número caia.

Então, embora Koontz possa ser um escritor cativante, ele não é bruxo.

Harmeet Kaur, CNN

O aparecimento do COVID19, foi descrito num romance de Dean Koontz em 1981


"Para entender isso", disse Dombey, "é preciso recuar vinte meses. Foi por essa altura que um cientista chinês chamado Li Chen desertou para os Estados Unidos, levando uma disquete da Chinacom com um segredo perigoso: uma nova arma biológica devastadora. 

Chamaram ao virus 'Wuhan-400' porque foi desenvolvido nos seus laboratórios RDNA fora da cidade de Wuhan, e foi a centésima centena de estirpes viáveis ​​de microorganismos criados pelo homem naquele centro de pesquisa.

 "O Wuhan-400 é uma arma perfeita. Infecta apenas seres humanos. Nenhum outro ser vivo pode hospedálo. E, como a sífilis, o Wuhan-400 não pode sobreviver fora do corpo humano vivo por mais de um minuto, o que significa que não pode contaminar permanentemente objetos ou lugares inteiros, como o antraz e outros vírus virulentos microrganismos podem. E quando o anfitrião expira, o Wuhan-400 dentro dele morre pouco tempo depois. Assim que a temperatura do cadáver cai abaixo de oitenta e seis graus Fahrenheit. Você vê a vantagem de tudo isso? "

"Se eu entendi, os chineses poderiam usar o Wuhan-400 para acabar com uma cidade ou um país, e então não haveria necessidade de uma descontaminação complicada e cara antes de eles se mudaram e assumiram o território conquistado ".

"Exatamente", disse Dombey. E o Wuhan-400 tem outras vantagens igualmente importantes sobre a maioria dos agentes biológicos. Por um lado, você pode se tornar um transportador infeccioso apenas quatro horas após entrar em contato com o vírus. Esse é um período de incubação incrivelmente curto. Uma vez infectado, ninguém vive mais do que vinte e quatro horas. A maioria morre em doze. É pior que o vírus Ebola na África - infinitamente pior.

A taxa de matança de Wuhan-400 é de cem por cento. Ninguém deve sobreviver. Os chineses testaram-no em, só Deus sabe,  centenas de presos políticos. Eles nunca foram capazes de encontrar um anticorpo ou antibiótico eficaz contra esta estripe. O vírus migra para o tronco cerebral e começa a segregar uma toxina que literalmente destrói o tecido cerebral, como a gaze que dissolve o ácido da bateria. Destrói a parte do cérebro que controla todas as funções automáticas do corpo. A vítima simplesmente deixa de ter um pulso, funcionando"


quarta-feira, 11 de março de 2020

O 11 DE MARÇO DE 1975 - HÁ 45 ANOS - UMA ARMADILHA!

«Um evento do pós-Abril de 74 cuja versão é política - e só.»
Os objectivos do 11 de Março de 1975:
1º Neutralizar fisicamente (prender) todos os militares e civis relevantes, identificados como potenciais opositores ao processo descolonizador pró-URSS, enjaulando-os em Caxias, até finalização da descolonização.
2º Acelerar o processo descolonizador o mais possível.
3º Acelerar o processo de comunização em geral de Portugal, e consolidar o poder do PCP.
O 11Mar75 e o 25Nov75 foram duas ocorrências extraordinárias do processo revolucionário iniciado em 25Abr74, nas quais as tropas Paraquedistas foram magistralmente manipuladas e usadas para fins políticos complexos, de que estas, eventualmente, não tiveram consciência plena, nem no acto e, porventura, nem á posteriori.

Ambos estes eventos se complementaram em termos dos interesses políticos, internacionais e nacionais, despoletados pelo 25Abr74 e, foram apenas capítulos diferentes e críticos dum mesmo plano geral e obra dos mesmos planeadores, que não foram os ditos e reditos à opinião pública, estes, foram meros “executores desses planos”, uns mais conscientes e outros menos ou zero.
Nada em tais processos aconteceu por geração espontânea ao acaso das políticas em curso, ou dos Capitães em movimento, não, havia planos e planos para os planos, vindos da URSS, pelas mãos dos agentes portugueses.

As versões oficiais destes eventos contam outras histórias mais conformes com os interesses formais dos vencedores dos mesmos, mas, nada demais, são apenas as sabidas e consabidas duas faces da política, uma, o “show da correção política” das ribaltas dos média e dos políticos para consumo e manipulação do Povinho e, a outra, é a “Real Politik”, a mais das vezes muito diversa se não oposta á oficial, hermética, quiçá dita conspiracionista e, como tal, desconhecida e não considerada.
O 11Mar75 foi uma clássica “golpada” política, uma armadilha primária e básica, para neutralizar adversários e avançar com urgentes objectivos políticos, que ultrapassavam, e muito, os interesses de Portugal.
A estratégia destas “golpadas” consiste em pré planear e gerar intencionalmente factos políticos, que choquem dramaticamente a opinião pública, e que propiciem a sua imediata manipulação pela comunicação social e pelos políticos de serviço ao golpe, para lhe criar paixões, opiniões e atitudes, orientadas no sentido político pretendido. »
José Luiz da Costa Sousa
Capitão Paraquedista â data do 11 de Março de 1975

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

Que erro, Francisco! Que erro ! "Ignoscat tibi Deus!"

O Papa excomunga os católicos, abraça e abençoa um bandido!
A cena de Francisco recebendo e abraçando Lula é uma bofetada na cara dos católicos brasileiros e em todo o Poder Judiciário do país. 
Bergoglio é Chefe de Estado. E, por certo, tem a liberdade de receber quem bem quiser. Esse líder hoje cometeu um dos maiores erros do seu pontificado. Maior mesmo do que os supostos sérios enganos que dizem ter cometido, quando o acusam de ter apoiado a ditadura sanguinária na Argentina nos anos 70 do século passado. 
Ao abrir as portas da Santa Sé para um ladrão, condenado em três instâncias no país mais católico do mundo, o Papa esqueceu-se dos documentos emitidos pela Igreja Católica desde 1937 condenando o comunismo. 
Indirectamente, a sua postura dialética, vem em apoio às ditaduras sanguinárias da Venezuela e de Cuba. Por óbvio que no âmbito externo o gesto vai ter repercussão pois é uma espécie de aval de um dos maiores líderes religiosos do mundo ao maior ladrão da história. E mais que isso, humilhou todo o sistema Judiciário brasileiro que em três instâncias jurisdicionais já declarou e condenou Lula como ladrão - estando esse bandido solto somente em razão do esforço de 6 de seus compadres que integram o Supremo Tribunal Federal, o que também é revoltante! 
E nem se pode dizer que Francisco esteja sendo iludido pela alta cúpula da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - CNBB quase toda ela dominada por clérigos com almas vermelhas que não representam e nem respeitam a vontade da massa católica do Brasil, pois ele - o Papa - conhece bem essa realidade. 
Lula, por sua vez, faz um movimento político atrevido de aproximação com o cristianismo, não só o católico, mas o evangélico e o pentecostal. O seu objetivo é eleitoral, visando as eleições municipais deste ano. Um lobo sem escrúpulos e sem limites. 
O Papa não recebeu um homem em busca do perdão e da misericórdia, ou que foi atrás da remissão dos seus erros. O que ele fez foi acoitar um parceiro ideológico para o proteger e dar-lhe sobrevida política. E com seu gesto de mau pastor, manchou de vermelho a sua batina branca adoptada pelo tratado litúrgico “rationale divinorum officiorum“ de 1286, pelo qual o branco das vestes papais remete à pureza e à santidade de vida. 
Já o vermelho simboliza o sacrifício e o sangue. No caso, o sangue dos milhões de seres humanos que o comunismo matou por onde passou nos últimos 100 anos da sua existência na face da terra. Que erro, Francisco! Que erro! "Ignoscat tibi Deus!"
Luiz Carlos Nemetz

Quem foi São Valentim

14 de Fevereiro de 269: São Valentim é torturado e executado em Roma
No dia 14 de Fevereiro de 269 d.C., Valentim, um padre romano da época do império de Cláudio II, é executado. Sob o governo de Cláudio, o Cruel, Roma estava envolvida em muitas campanhas sangrentas e impopulares. 
O imperador tinha de manter um poderoso exército, mas estava a enfrentar dificuldades no alistamento de soldados para as suas unidades.
Cláudio acreditava que os homens romanos não se mostravam dispostos a unir-se ao Exército devido às fortes ligações que mantinham com as suas mulheres e famílias.
Para se livrar do problema, Cláudio proibiu todos os casamentos e relacionamentos em Roma. Valentim, dando-se conta da injustiça de tal decreto, desafiou o imperador e continuou a celebrar, em segredo, casamentos.
Quando os “delitos” de Valentim foram descobertos, Cláudio ordenou que fosse condenado à morte. Valentim foi preso e espancado até à morte e, depois, decapitado.
A lenda conta também que, enquanto estava preso, São Valentim deixou uma nota de despedida para a filha do carcereiro, com quem havia feito amizade, e assinou “Do seu Valentim”. Pelos seus serviços e coragem, Valentim foi sagrado santo após sua morte.
Na verdade, a exacta origem e identidade de São Valentim é pouco clara. De acordo com a Enciclopédia Católica, “pelo menos três diferentes santos com o nome Valentim, todos eles mártires, são mencionados nos mais antigos martirológios com a mesma data, a de 14 de Fevereiro." O primeiro era um padre de Roma, o segundo, um bispo de Interamna, e o terceiro, um mártir numa província romana da África.
As lendas variam sobre a forma como o nome do mártir passou a ser relacionado com o romance entre duas pessoas.

A data da sua morte pode-se ter confundido com a Festa de Lupercália, um festival pagão do amor. Nessas ocasiões, o nome de jovens mulheres era colocado numa caixa, posteriormente sorteado e, logo em seguida, tirado pelos homens com os quais casariam.
Em 496 d.C., o papa Gelásio decidiu pôr fim à Festa de Lupercália e decretou que a data de 14 de Fevereiro deveria ser celebrada como o Dia de São Valentim.

Fontes: Opera Mundi

sábado, 18 de janeiro de 2020

A Suécia, o paraiso socialista, a ferro e fogo

A Suécia foi atingida por uma onda de tiroteios e atentados nos últimos dois anos, que a polícia associou a conflitos de gangues nas principais cidades, chocando os suecos, que há muito consideram seu país um dos mais seguros do mundo.  Cerca de 257 ataques a bomba foram relatados à polícia no ano passado, contra 162 no ano anterior, mostraram as estatísticas do Conselho Nacional de Prevenção ao Crime. 

A agência não forneceu nenhuma informação sobre os tipos de explosivos usados com mais freqüência ou outros detalhes, mas a mídia sueca relatou alguns ataques usando bombas improvisadas feitas a partir de frascos de vácuo cheios de material explosivo. 
Os números faziam parte de um relatório sobre as taxas de criminalidade, que mostrou que, em geral, o número de crimes denunciados à polícia caiu ligeiramente no ano passado. 

O clamor público por causa do aumento da violência forçou o governo a aumentar os gastos com a polícia e a lançar um programa para combater o crime organizado, pois a lei e a ordem se tornam um dos principais campos de batalha políticos. 
"O governo forneceu recursos extras e a polícia está tomando medidas concertadas agora contra a violência das gangues", disse o ministro da Administração Interna, Mikael Damberg, em um comentário enviado à Reuters. 

“Com os esforços que estamos fazendo, estou convencido de que podemos mudar isso. A sociedade é mais forte do que essas quadrilhas criminosas. ” 
Políticos da oposição, no entanto, culpam o governo por anos de inação. “Este governo perdeu o controle sobre o crime na Suécia. Vimos nos últimos anos como o número de mortes aumentou. Agora, as explosões de bombas também estão aumentando de uma maneira que carece de equivalência internacional ”, disse Ulf Kristersson, líder do partido de oposição dos Moderados.

terça-feira, 14 de janeiro de 2020

Portugal, foi destruido por 45 anos de socialismo


Portugal atravessa um dos momentos mais difíceis da sua história que terá que resolver com urgência, sob o perigo de deflagrar crescentes tensões e consequentes convulsões sociais.Importa em primeiro lugar averiguar as causas. Devem-se sobretudo à má aplicação dos dinheiros emprestados pela CE para o esforço de adesão e adaptação às exigências da união.

Foi o país onde mais a CE investiu "per capita" e o que menos proveito retirou. Não se actualizou, não melhorou as classes laborais, regrediu na qualidade da educação, vendeu ou privatizou mesmo actividades primordiais e património que poderiam hoje ser um sustentáculo.

Os dinheiros foram encaminhados para auto-estradas, estádios de futebol, constituição de centenas de instituições público-privadas, fundações e institutos, de duvidosa utilidade, auxílios financeiros a empresas que os reverteram em seu exclusivo benefício, pagamento a agricultores para deixarem os campos e aos pescadores para venderem as embarcações, apoios estrategicamente endereçados a elementos ou a próximos deles, nos principais partidos, elevados vencimentos nas classes superiores da administração pública, o tácito desinteresse da Justiça, frente à corrupção galopante e um desinteresse quase total das Finanças no que respeita à cobrança na riqueza, na Banca, na especulação, nos grandes negócios, desenvolvendo, em contrário, uma atenção especialmente persecutória junto dos pequenos comerciantes e população mais pobre.

A política lusa é um campo escorregadio onde os mais hábeis e corajosos penetram, já que os partidos cada vez mais desacreditados, funcionam essencialmente como agências de emprego que admitem os mais corruptos e incapazes, permitindo que com as alterações governativas permaneçam, transformando-se num enorme peso bruto e parasitário. Assim, a monstruosa Função Publica, ao lado da classe dos professores, assessoradas por sindicatos aguerridos, de umas Forças Armadas dispendiosas e caducas, tornaram-se não uma solução, mas um factor de peso nos problemas do país.

Não existe partido de centro já que as diferenças são apenas de retórica, entre o PS (Partido Socialista) e o PSD (Partido Social Democrata), de direita, agora mais conservador ainda, com a inclusão de um novo líder, que tem um suporte estratégico no PR e no tecido empresarial abastado. Mais à direita, o CDS (Partido Popular), com uma actividade assinalável, mas com telhados de vidro e linguagem publica, diametralmente oposta ao que os seus princípios recomendam e praticarão na primeira oportunidade. À esquerda, o BE (Bloco de Esquerda), com tantos adeptos como o anterior, mas igualmente com uma linguagem difícil de se encaixar nas recomendações ao Governo, que manifesta um horror atávico à esquerda, tal como a população em geral, laboriosamente formatada para o mesmo receio. Mais à esquerda, o PC (Partido comunista) menosprezado pela comunicação social, que o coloca sempre como um perigo latente e uma extensão inspirada na União Soviética, oportunamente extinta, e portanto longe das realidades actuais.

Assim, não se encontrando forças capazes de alterar o status, parece que a democracia pré-fabricada não encontra novos instrumentos.
Contudo, na génese deste beco sem aparente saída, está a impreparação, ou melhor, a ignorância de uma população deixada ao abandono, nesse fulcral e determinante aspecto. Mal preparada nos bancos das escolas, no secundário e nas faculdades, não tem capacidade de decisão, a não ser a que lhe é oferecida pelos órgãos de Comunicação. Ora e aqui está o grande problema deste pequeno país; as TVs as Rádios e os Jornais, são na sua totalidade, pertença de privados ligados à alta finança, à industria e comercio, à banca e com infiltrações accionistas de vários países.

Ora, é bem de ver que com este caldo, não se pode cozinhar uma alimentação saudável, mas apenas os pratos que o "chefe" recomenda. Daí a estagnação que tem sido cómoda para a crescente distância entre ricos e pobres.
A RTP, a estação que agora engloba a Rádio e TV oficiais, está dominada por elementos dos dois partidos principais, com notório assento dos socialistas, especialistas em silenciar posições esclarecedoras e calar quem levanta o mínimo problema ou dúvida. 
A selecção dos gestores, dos directores e dos principais jornalistas é feita exclusivamente por via partidária. Os jovens jornalistas, são condicionados pelos problemas já descritos e ainda pelos contratos a prazo determinantes para o posto de trabalho enquanto, o afastamento dos jornalistas seniores, a quem é mais difícil formatar o processo a pôr em prática, está a chegar ao fim. A deserção destes, foi notória.

Não há um único meio ao alcance das pessoas mais esclarecidas e por isso, "non gratas" pelo establishment, onde possam dar luz a novas ideias e à realidade do seu país, envolto no conveniente manto diáfano que apenas deixa ver os vendedores de ideias já feitas e as cenas recomendáveis para a manutenção da sensação de liberdade e da prática da apregoada democracia.

Só uma comunicação não vendida e alienante, pode ajudar a população, a fugir da banca, o cancro endémico de que padece, a exigir uma justiça mais célere e justa, umas finanças atentas e cumpridoras, enfim, a ganhar consciência e lucidez sobre os seus desígnios.


Jacques Amaury, sociólogo e filósofo francês, professor na Universidade de Estrasburgo.

quinta-feira, 26 de dezembro de 2019

Migrants Not Welcome

Patrulhas urbanas anti-imigrantes vêm emergindo nas ruas da Finlândia, da Noruega e mais recentemente da Dinamarca, em reação ao fluxo recorde de refugiados que chegaram aos países nórdicos. São os chamados Soldados de Odin, que acusam os refugiados de provocar um aumento da criminalidade e afirmam ter a missão de “proteger a população” contra os “intrusos islâmicos”.
Na mitologia nórdica, Odin é o deus da sabedoria – e também da guerra. Os “soldados” caminham pelas ruas com jaquetas pretas, decoradas com a estampa de um capacete viking. Andam desarmados, mas refletem a tensão social gerada pela entrada maciça de refugiados na região. E já começam a conquistar adeptos também na Suécia e em outros países do norte da Europa, como a Alemanha.
“Detectamos a movimentação de simpatizantes do grupo na Suécia há poucas semanas”, disse à BBC Brasil o oficial Mats Grundström, da unidade de inteligência da polícia sueca. “Nenhum incidente foi registrado ainda, mas estamos de olho neles”, acrescentou.
Os Soldados de Odin dizem querer ser os olhos e ouvidos da polícia. Para os críticos, trata-se de um bando de justiceiros xenófobos.

 Claudia Wallin

quarta-feira, 25 de dezembro de 2019

Inglaterra investiga a "besta negra" Soros

O governo do Partido Conservador da Grã-Bretanha lançou uma investigação urgente sobre o bilionário liberal George Soros, alegando que o financeiro globalista canalizou milhões numa campanha para bloquear o Brexit e derrubar o primeiro-ministro britânico Boris Johnson.
Os conservadores pediram uma investigação urgente da Comissão Eleitoral sobre a organização americana Open Society Foundation (OSF) de George Soros. A ação segue um relatório do The Mail de domingo que descobriu um documento revelando que a OSF canalizou largas somas de dinheiro numa campanha que deveria bloquear o Brexit nas urnas.
A fundação de Soros em Nova York enviou o dinheiro ao grupo pró-UE Best for Britain (BfB), através de entreposta agente, contornando a proibição de doações estrangeiras a organizações políticas. O Best for Britain (BfB) criou um site que diz às pessoas como votar tacticamente em candidatos que Soros apoiaria, e que, se fosse bem-sucedido, acabaria com as esperanças de maioria de Johnson, segundo o Mail.
O desenvolvimento ocorre depois de os Democratas Liberais, o Partido Verde e a Plaid Cymru terem formado a Unite to Remain que foi uma campanha e um pacto eleitoral durante as eleições gerais de 2019. Envolveu três partidos que apoiavam a permanência na União Europeia: os Democratas Liberais, o Partido Verde da Inglaterra e País de Gales e, no País de Gales, o Plaid Cymru. O seu objetivo declarado era evitar o efeito de spoiler e maximizar o número de deputados eleitos que se oporiam ao Brexit.
Soros, nascido na Hungria, construiu a sua fortuna apostando contra a libra esterlina na quarta-feira negra em 1992, causando pânico no governo de John Major e ganhando notoriedade. Soros diz que seu amor pela Grã-Bretanha o levou a fazer campanha contra o “erro trágico” de deixar a União Europeia.

Terá afirmado recentemente que os fundos que deu para actividades anti-Brexit “não foram usados para propósitos partidários ou eleitorais. Foram usados para educar o público britânico. ”
Desde 2017, o BfB recebeu £ 2,7 milhões (US $ 3,47 milhões) da fundação Soros. Os valores foram revelados nas contas da filial da fundação em Londres, que compartilha um prédio de escritórios em Westminster com outras organizações anti-Brexit, incluindo a Grã-Bretanha e o movimento europeu.
Ambos os grupos tiveram um papel crítico na campanha Voto do Povo para um segundo referendo.

O Facebook parece ser o principal campo de batalha nas eleições, e o BfB investiu pfortemente em publicidade na plataforma gastando um total de  613.000  Libras desde Outubro de 2018. Somente nos últimos 30 dias, das eleições o BfB gastou £ 137.000 ($ 176k) em 165 diferentes anúncios patrocinados.
“Na noite passada, Andrew Percy, que está se candidatando à reeleição para os conservadores em Brigg e Goole, disse:“ Estou pedindo à Comissão Eleitoral que investigue urgentemente se houve uma violação das regras de gastos e que esclareça como a BfB gastou esses milhões no exterior.
“As regras são claras: doações estrangeiras nessa escala não podem ser gastas numa campanha eleitoral.
“Precisamos de condições equitativas e equitativas – e isso significa garantir que grupos hardcore que buscam frustrar a vontade democrática do povo britânico não actuem como uma rota para o dinheiro estrangeiro influenciar as eleições no país.

terça-feira, 24 de dezembro de 2019

Representação Natalicia atacado por multidão anti-cristã de extrema esquerda. Em Toulouse

Uma peça Natalicia teve que ser interrompida na cidade francesa de Toulouse, depois que uma multidão de cinquenta militantes anti-cristãos de extrema esquerda insultou e atacou os participantes do evento e cuspiu num padre.

O ataque anticristão ocorreu no sábado, 14 de dezembro, no presépio da Place Saint-Georges. A apresentação foi organizada para celebrar o espírito tradicional do Natal e enfatizar os aspectos não consumistas do dia sagrado, informa o Infos Toulouse.

A celebração foi rapidamente interrompida por uma multidão de 50 "antifascistas", que lançaram insultos cruéis na multidão, nos participantes e nos padres do evento, enquanto eles gritavam slogans anticristãos. Membros do grupo de extrema esquerda argumentaram "que o evento foi ilegal" porque a França é um estado secular.

Como resultado do ataque, os organizadores foram forçados a encerrar o evento e evacuar as crianças assustadas.

Um manifestante teria forçado a entrada na praça antes de se filmar atacando e cuspindo em um padre. Depois que o agressor foi forçado a deixar a cena, mais tarde voltou e atacou fisicamente um jornalista, jogando sua câmera no chão e quebrando-a. Eventualmente, a segurança do evento removeu à força o homem.

O arcebispo de Toulouse, Monsenhor Le Gall, condenou o ataque anticristão em um comunicado à imprensa, escrevendo: “Esta alegre manifestação durante a qual canções de Natal são cantadas, presépios de crianças e adultos, ajudados por vários animais, não tem outro propósito senão dê profundidade a esta celebração. Como arcebispo de Toulouse, lamento que o simples lembrete do nascimento de Jesus e os valores que ele transmite (boas-vindas do exterior, anúncio de paz e sinal de ternura de que todos precisamos) não sejam mais respeitados em nosso país e provoca até atos de violência verbal e física daqueles que se colocam como defensores da liberdade. Convido todos a defender pacificamente a liberdade de expressão e a respeitar a história e as tradições de nosso país. ”

Infelizmente, ataques anti-cristãos na França tornaram-se comuns. No início deste ano, em março, a Voz da Europa noticiou uma série de ataques na França que viram igrejas católicas históricas profanadas, vandalizadas e incendiadas. Militantes anticristãos derrubaram cruzes, quebraram estátuas, derrubaram tabernáculos e destruíram a Eucaristia, entre outros atos horríveis.

Traduzido pelo Google translator on line

Spexit - Caos em Bruxelas - Chega de humilhação !

A Espanha seguindo a Polônia está em choque, e quer abandonar a UE 

Há uma pressão crescente na Espanha para que os partidos de direita apoiem uma saída no estilo Brexit da UE, após todo o país ter demonstrado de uma forma generalizada o seu desagrado e indignação por uma decisão do Tribunal de Justiça Europeu (TJE).

A Espanha juntou-se à Polônia para se tornar no segundo país esta semana a reivindicar que poderia abandonar a UE, em virtude da crescente fúria e repudio peloo poder que Bruxelas detém sobre os Estados-Membros. 

O terceiro maior partido da Espanha, o Vox, está sob enorme pressão para apoiar a versão em espanhol do referendo do Brexit, protestando contra uma decisão do TJE nesta semana. O próprio presidente do partido de Vox criticou a UE, alegando que, quando o Tribunal de Justiça anulou a decisão dos tribunais espanhóis, humilhou o país e atentou contra a sua soberania.

Na quinta-feira, o tribunal superior da UE decidiu que um líder separatista catalão preso deveria ter imunidade parlamentar.
Oriol Junqueras foi um dos nove líderes pró-independência presos na Espanha após um referendo ilegal da independência.

No entanto, em Maio, Junqueras foi eleito para o Parlamento Europeu como deputado ao Parlamento Europeu.

A decisão do tribunal Europeu contrariou os argumentos de Madrid segundo os quias Junqueras não se qualificou como eurodeputado porque não prestou juramento à constituição espanhola.

sábado, 14 de dezembro de 2019

Carta aberta a uma vergonha.


Caro presidente da Assembleia da Republica, na último plenário apontou o dedo a André Ventura por abusar da palavra “vergonha”, algo que, para si, era ainda mais vergonhoso.
O Ferro Rodrigues que fala agora sobre vergonha, embora agora a segunda figura mais importante de Estado, foi implicado por uma das vítimas no processo Casa Pia, que envolveu pedofilia e favores sexuais. Foi mais do que um caso de polícia, colocando gravemente em causa Portugal.
O Ferro Rodrigues que exige a outros respeito democrático é o mesmo que disse convicto num telefonema com António Costa se estar “cagando para o segredo de justiça”.
Não pretendo defender André Ventura, mas não vou permitir que a sua hipocrisia perfaça a imagem que o senhor sempre teve. A imagem de alguém que, sem qualquer vergonha, nunca se importou de usar os cargos que ocupou para colocar a nação em causa.
Não me esqueço do Ferro Rodrigues que defendeu a reposição das subvenções vitalícias para ex-deputados e ex-governantes, que com apenas oito anos de serviço publico teriam direito a um cheque mensal até ao fim das suas vidas enquanto há portugueses que trabalham 30 e 40 anos para terem uma reforma miserável. Teve o desplante de afirmar que “os ordenados que os deputados recebem são maiores que os de muitos portugueses mas inferiores aos de deputados de outros países da Europa”.
O Ferro Rodrigues que evoca moralidades ilibou, em abril de 2018 os deputados ilhéus que cruzaram na comunicação uma campanha de desculpabilização por terem recebido em duplicado os apoios públicos para as viagens que faziam entre os arquipélagos e o continente. Embora não tenham “cometido nenhuma ilegalidade” não hesitou em perdoar a falta de ética que agora faz questão de defender, porque está habituado ao tempo em que cada um, deputados e partidos, viviam com éticas próprias e deixavam as consequências para os contribuintes.
O Ferro Rodrigues que criticou a justiça por investigar o caso Galpgate,onde três secretários de Estado aceitaram viagens pagas pela Galp para assistir a um jogo de Futebol, considerando a investigação absurda. Acabou na demissão dos três governantes que mais uma vez considerou não terem feito nada de errado. Nesse mesmo ano, a Galp teve um perdão fiscal acima dos 100 milhões de euros.
Faz alertas, quase como se tivesse autoridade para a repreensão, mas quando ainda era líder da bancada parlamentar do partido socialista, em 2014, não evitou a visita ao grande amigo e ex-primeiro ministro José Sócrates, no estabelecimento prisional de Évora.
Foi o deputado que em plena discussão sobre o Orçamento de Estado para 2015, fez questão de elogiar José Sócrates e salientou que este “resistiu até ao fim”. Chamou de “enganados” aqueles que “atrelaram o PS ao comboio da austeridade”, embora fosse o seu partido, nas mãos de José Sócrates através da assinatura do memorando de entendimento, que oficializou a rispidez dos anos que se seguiram.
Termino com a certeza de que Eduardo Ferro Rodrigues, atual presidente da Assembleia da Republica, é a desgraça anunciada que coloca a democracia em causa. Uma vergonha, entre outras tantas, que ainda pensa que pode apontar o dedo.

Tenho dito.

Gaspar Macedo

quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

Ás armas...ás armas

80 milhões de muçulmanos, na sua maioria desempregados, que actualmente ocupam/residem no ocidente, levarão em breve a economia europeia á bancarrota. Até o maior banco da Alemanha está a colapsar, e este é o melhor termómetro. 
Por cá os políticos portugueses são pagos como reis. 
Os chamados refugiados, ganham mais do que a população trabalhadora, que os sustenta pagando altos impostos, taxase taxinhas. 
O nepotismo socialista atingiu o seu climax com a nomeação do actual governo socialista composto por 70 ministros e 50 secretários de estado. 
A famiglia socialista, corrupta explora os mansos Portugueses a seu bel prazer 
Quando o dinheiro acabar, se não acabou já, estaremos no apogeu do socialismo, tal e qual a Venezuela. 
É este o resultado de 42 anos de desgovernação socialista 
Mas o socialismo é isto mesmo, uma receita para o desastre. 
Está na hora de em punhármos a Bandeira Nacional e seguir o guião ditado pelo nosso Hino : 

Heróis do mar, nobre povo,
Nação valente, imortal,
Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal!

Entre as brumas da memória, 
Ó Pátria sente-se a voz
Dos teus egrégios avós,
Que há-de guiar-te à vitória!

Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões (ladrões) marchar, marchar!

domingo, 17 de novembro de 2019

Alemanha: a migração em massa provoca aumento dos sem-abrigo

Na Alemnaha, numeros oficiais revelam que perto 678,000 pessoas  estão sem casas, enquanto dezenas de milhares de sem abrigo, na sua maioria migrantes vivem nas ruas.
Recentemente, o governo Federal alemão através da German Federal Working Community (BAG) lançou um relatório revelando que, em 2018, havia pelo menos 678,000 pessoas sem habitação permanente, das quais uma maioria esmagadora, de 440.000 são migrantes que vivem em algum tipo de habitação colectiva. O diário alemão Bild publicou diversos relatórios alertando a população para este facto.
Este numero representa um aumento de 4,2 por cento, cerca de 30.000 pessoas sem-abrigo, em comparação com 2017, e incluídas de 41.000 pessoas que não só estão sem habitação permanente, mas na verdade vivem nas ruas.
A BAG que apoia os sem-abrigo declarou que cerca de 70 % das pessoas nestas condições saõ migrantes, pessoas simples. Em 2018, eram 30 % as  pessoas que vivem juntas com os seus parceiros e/ou crianças.
Werena Rosenke, diretor da BAG, disse ao Bild, "Há muito pouca habitação social e a preços acessíveis. A situação não se resolverá, nos próximos meses, e, provavelmente, nem no próximo ano. Neste momento não é possivel determinar o tempo necessário para a resolução deste grave problema.  Especialmente nas grandes cidades, a situação é muito tensa."
Rosenke observou que são os pais e os jovens adultos que enfrentam o maior risco de se tornar sem-teto, acrescentando que há em formação uma geração de  trabalhadores por conta própria, e outros em empregos menos seguros, o que é especialmente preocupante.
Em 2018, a Chanceler alemã, Angela Merkel, que se comprometeu a gastar €6.85 milhões em várias medidas que incluía a habitação social para os migrantes.
No mesmo ano, o governo federal alemão gastou 23 milhões de euros em migrantes, 11% mais do que em 2017.

sábado, 16 de novembro de 2019

Invasão da Europa em marcha. 5 Milhões de imigrantes ilegais.

Os numeros alcançados a partir de um estudo feito pelo Pew Research Center, revelou que metade dos cerca de cinco milhões de imigrantes ilegais vivem na Europa, no Reino Unido ou na Alemanha. A maioria com idade e experiência militar .
Em 2017, a estimativa  de imigrantes ilegais que vivem na Europa situa-se entre 3,9 e 4,8 milhões. Desse número, que se deslocam livermente entre os países Europeus, sem controle aduaneiro, a esmagadora maioria – 70% – de imigrantes ilegais escolheu viver, em apenas quatro países, sendo que 50% vivem apenas em dois, Inglaterra e Alemanha.
O mesmo estudo, que foi realizado pelo Centro Pew de Pesquisa, descobriu que pouco mais de metade dos quase 5 milhões de imigrantes ilegais que vivem na Europa são homens, enquanto 65 % estão com a  idade inferior a 35 anos.
A pesquisa do Pew research Center,  descobriu que 500 milhões de pessoas vivem em 32 países Europeus, prefazendo entre 3,9  a 4,8 milhões de imigrantes ilegais. Nota-se uma grande diferença comparando com os 3 a 3,7 milhões de imigrantes ilegais recenseados em 2014.
A Alemanha, o Reino Unido, a França e a Itália – que, juntos, formam a metade do total da população Europeia–somam 70 % do número total de imigrantes ilegais. O Reino Unido e a Alemanha, juntos, representam cerca de 50 %  de imigrantes ilegais a viverem na Europa.
Perto de 30 % dos imigrantes ilegais vêm da Ásia países Muçulmanos, como o Afeganistão e o Paquistão. 
23% vêm de países considerados Europeus, como a Rússia ou Turquia. 
21 % vêm de países do Oriente Médio e do Norte da África, como o Iraque e a Síria, enquanto os  17% restantes são provenientes de países da África Subsaariana, como a Eritreia e a Nigéria.

Em média, um em cada cinco imigrantes que vivem na Europa, são ilegais. Este número varia de país para país, no entanto, um em cada dois imigrantes no Reino Unido, vive lá ilegalmente.