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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

O que o governo tem que fazer, para moralizar a sociedade Portuguesa..

1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos respectivos, carros, motoristas, etc.) dos três ex-Presidentes da República.

2. Redução do número de deputados da Assembleia da República para 80, profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das mordomias na Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras libações, tudo à custa do pagode.

3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º emprego.

4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir milhares de euro/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo.

(Um exemplo. As empresas de estacionamento não são verificadas porquê? E os aparelhos não são verificados porquê? É como os táxis. Mas se uns têm de cumprir porque não cumprem os outros? E se não são verificados como podem ser auditados?)
5. Redução drástica das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais, numa reconversão mais feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821.

6. Redução drástica das Juntas de Freguesia. Acabar com o pagamento de 200 euros por presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75 euros nas Juntas de Freguesia.

7. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem verbas para as suas actividades.

8. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc, das Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares pelo País.

9. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias... para servir suas excelências, filhos e famílias e até, os filhos das amantes...

10. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado e entes públicos menores, mas maiores nos dispêndios públicos.

11. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e filhos, às escolas, ir ao mercado a compras, etc.

12. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos contribuintes que vivem em tugúrios inabitáveis.

13. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários pagos por nós) que nunca está no local de trabalho. 

(Então em Lisboa é o regabofe total. Há quadros - directores gerais e outros - que, em vez se estarem no serviço publico, passam o tempo nos seus escritórios de advogados a cuidar dos seus interesses, que não da coisa pública.)

14. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que servem para garantir tachos aos apaniguados do poder - há hospitais de província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o de Penafiel tem sete administradores, principescamente pagos, pertencentes ás oligarquias locais do partido no poder.

15. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo, no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar, julgar e condenar.

16. Acabar com as várias reformas por pessoa, de entre o pessoal do Estado e entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado.

17. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos contribuintes ao BPN e ao BPP.

18. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e outros, onde quer que estejam .

19. Acabar com os salários milionários da RTP e os milhões que a mesma recebe todos os anos.

20. Acabar com os lugares de amigos e de partidos na RTP que custam milhões ao erário público.

21. Acabar com o regabofe da pantomina das PPP (Parcerias Público Privado),que mais não são do que formas habilidosas de uns poucos patifes se locupletarem com fortunas à custa dos papalvos dos contribuintes, fugindo ao controle seja de que organismo independente for, e fazendo a "obra" pelo
preço que "entendem".

22. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito, perseguindo, confiscando e punindo os biltres que fizeram fortunas e adquiriram patrimónios de forma indevida e à custa do País, manipulando e aumentando preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo esquemas
pretensamente "legais", sem controlo, e vivendo à tripa forra à custa dos dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência aos que efectivamente dela precisam;

23. Controlar rigorosamente toda a actividade bancária por forma a que, daqui a mais uns anitos, não tenhamos que estar, novamente, a pagar "outra crise".

24. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune, fazendo com que paguem efectivamente pelos seus crimes, adaptando o nosso sistema de justiça a padrões civilizados, onde as escutas VALEM e os crimes não prescrevem com leis à pressa, feitas à medida.

25. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de empresas que tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos ditos.

26. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam cargos políticos, central e local, de forma a saber qual o seu património antes e depois.
27. Pôr os Bancos a pagar impostos.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

A Revolução Cultural Maoista, em Portugal

A falta de alternativas políticas, a necessidade de os jornalistas produziram notícias chamativas, uma governação à vista e a desorientação geral face às dificuldades são factores que estão a desenvolver na sociedade portuguesa um ambiente de revolução cultural com os tiques que vimos na revolução cultural promovida por Mao na China.

De vez em quando elege-se um grupo culpado de todos os males, um grupo de contra-revolucionários burgueses, e é iniciada a perseguição. Um bom exemplo que ainda recentemente deu que falar é o número de deputados, como se o país pagasse a dívida soberana eliminando uma ou duas dúzias de lugares no parlamento. É evidente que ninguém se dá ao trabalho de fazer contas, inicia-se logo um processo de empalamento dos deputados, exibindo desde logo os que estão nas filas mais recuadas do hemiciclo. Ninguém se dá ao trabalho de reparar que há empresas municipais que nunca fizeram falta que gastam mais do que meio parlamento.

Há algum tempo o CDS contou as chefias da CP e promoveu o escândalo nacional das chefias, a partir de então criou-se a ideia de que em tudo o que é Estado há mais do que índios, políticos, comentadores e jornalistas passaram a dedicar-se a contar chefes. O governo aproveitou mais este tique maoista e o secretário de Estado da Administração Pública vestiu de imediato a farda de guarda vermelho e tornou-se no líder de mais este movimento purificador. Agora o objectivo é eliminar chefes, o objectivo é eliminá-los e enquanto isso não sucede deixam de se nomear ou reconduzir chefias. O resultado é que ainda antes de qualquer reestruturação no Estado milhares de técnicos qualificados já pediram a aposentação, vão ganhar tanto ou mais como aposentados do que ganhavam como chefes e o Estado perdeu alguns dos seus quadros mais qualificados. Daqui a um ou dois anos, quando esta vaga fundamentalista tiver passado, veremos muitos serviços públicos que foram decapitados durante esta revolução cultural a promover concursos porque ficaram sem quadros.

Se alguém parar para fazer contas depressa perceberá que o que dizem ter poupado não chega para pagar meio quilómetro da linha Poceirão-Caia, uma linha que não tirará um único cliente às companhias de low cost que voam entre Lisboa e Madrid, para compensar o custo de um décimo das borlas anunciadas por Sócrates para a sua nova auto-estrada em Trás-os-Montes ou para compensar a comparticipação do Estado na barragem do Tua que a troco de um aumento de 3% ou 4% da produção eléctrica vai destruir um dos locais com maior potencial turístico no norte do país, isto só para referir os projectos que foram notícia durante a semana passada.

E enquanto nós andamos armados em jovens guardas vermelhos a exibir as cabeças dos responsáveis por todos os nossos males, devidamente liderados por grandes líderes da revolução cultural como o Santana Castilho, secretário de Estado da Administração Pública, ou Jorge Lacão, ministro dos Assuntos Parlamentares, os grandes banqueiros e os administradores das grandes obras públicas vão esfregando as mãos de contentes porque enquanto os idiotas abraçam falsas causas eles vão beneficiando de chorudos apoios ao sitsema financeiro ou das obras públicas faraónicas que vão sendo lançadas.

Publicado no Jumento

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Fazer o que deve ser feito, para resolver a crise, nacional, sem ser á custa dos contribuintes.

Mão amiga, fez chegar á minha caixa de emails, este texto, aonde são indicadas diversas medidas, que este governo socialista, não tem a coragem necessária, para as pôr em prática, e que por certo, ajudariam e muito, a resolver o problema desta crise, que ao contrário do que Sócrates e os seus "boys", afirmam, não é global, mas tão só, nacional e foi provocada pela incompetência e desonestidade dos actuais governantes.

Estes governantes, sofrem de autismo profundo, e continuam a apertar o garrote que asfixia os contribuintes, sem se preocuparem como é que o desgraçado do Zé Povinho, vai arranjar esse dinheiro, que depois é usado em proveito de meia dúzia de "boys" socialistas, que ainda se riem de nós, ostentando uma arrogância ofensiva. Este, é um regímen terrorista.

Leiam então, algumas das medidas que este governo socialista, devia tomar, para aliviar a crise em que nos afundamos diáriamente.

. Reduzir as mordomias, gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, e suportes burocráticos respectivos, carros e motoristas, dos três Presidentes da República retirados;

. Redução dos deputados da Assembleia da República e seus gabinetes, profissionalizando-os como noutros países. Acabar com as mordomias na Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras libações, tudo à custa do pagode;

. Acabar com as centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas, que não servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º emprego;

. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir milhares de euro/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo..

. Redução drástica das Câmaras Municipais, Assembleias Municipais, e Juntas de Freguesia, efectuando uma reconversão mais profunda do que a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821,

. Acabar com os pagamentos de 200 €, pela presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75 € nas reuniões das Juntas de Freguesia,

. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem verbas para as suas actividades;

. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, e restantes funcionários, das Câmaras e Juntas, que se deslocam em digressões particulares pelo País;

. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias, para servir suas excelências, filhos e famílias e até, das amantes,

. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular,

. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos contribuintes, alguns dos quais vivem em tugúrios inabitáveis,

. Controlar o pessoal da Função Pública, todos funcionários pagos por nós, que nunca estão no local de trabalho, e executam as suas tarefas sem o profissionalismo devido,

. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que servem para garantir "tachos" aos apaniguados do poder - há hospitais de província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o hospital de Penafiel, tem sete administradores, pertencentes ás oligarquias locais do partido no poder...

. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo, no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar, julgar e condenar,

. Recuperar os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e outros "boys", onde quer que estejam. Desta forma, o governo daria indicações claras que pretende, de facto, restabelecer a credibilidade tão abalada pela corrupção que grassa e pelo desvio dos dinheiros públicos,

. Acabar com o regabofe da pantomina das Publico Privadas, que mais não são do que formas habilidosas de uns poucos patifes se locupletarem com fortunas à custa dos papalvos dos contribuintes, fugindo ao controle das entidades reguladoras, e fazendo a "obra" pelo preço que, "entendem",

. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito, perseguindo, confiscando e punindo os biltres que fizeram fortunas e adquiriram patrimónios de forma indevida e à custa do País, manipulando e aumentando preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo
esquemas pretensamente "legais", sem controlo, e vivendo à tripa forra, à custa dos dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência aos que efectivamente dela precisam;

. Controlar a actividade bancária por forma a que, daqui a mais uns anos, não tenhamos que estar, novamente, a pagar "outra crise";

. Impedir que, os que foram ministros, ou tiveram outras funções no aparelho de estado, possam vir a ser nomeados gestores de empresas que tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos ditos.

Isto sim seriam as medidas a tomar por um verdadeiro estado social.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

É esta a segurança, que o governo de Sócrates, nos dá.

De pistola e caçadeiras em punho, quatro homens de caras tapadas invadiram o McDonald’s da Segunda Circular, Lisboa, já com um refém. O gerente do restaurante preparava-se para sair, às 04h30 de segunda-feira, quando foi agarrado à porta pelo gang. Voltou a entrar, agora de armas apontadas – e, durante 15 minutos, um total de dez funcionários estiveram sequestrados lá dentro, sob ameaças de morte e agressões. O gerente foi atingido por uma coronhada na cabeça. Objectivo: roubar o cofre, que já sabiam onde estava.

Dentro do restaurante nas bombas de gasolina da Repsol – com atendimento ao exterior até às 04h00, através do McDrive – os dez reféns foram obrigados a sentar-se no chão, encostados à parede e sempre com as armas de fogo apontadas à cara. Ninguém se atreveu a reagir.

Enquanto isso, o gerente ficou nas mãos dos assaltantes e acompanhou-os no momento do roubo do cofre, com montante ainda não apurado. No final, agrediram a vítima com a coronha de uma arma: face à pancada na cabeça, o gerente foi assistido no Hospital de Santa Maria.

Num BMW de cor escura, estacionado junto ao McDonald’s, estava um quinto elemento do gang, que controlava a actuação dos cúmplices. O grupo entrou no carro e fugiu a alta velocidade.

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