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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Conquistas do "estado social" xuxialista, parte III

Continuo a dar destaque ao trabalho do DN, aonde se verifica que o regabofe despesista do governo "xuxialista", denota a incapacidade e a irresponsabilidade dos "boys" sócretinos.

Sócrates, agarrado ao poder, não está minimamente preocupado com o povo ou com o país.

Preocupa-se isso sim, em colocar na prática as suas ideias, que segundo ele, serão as da esquerda moderna europeia, mas que pelos resultados, mais se parecem com as ideias do seu amigo boliviano, o ditador Hugo Chavez, e que colocaram os Portugueses, á beira de um precipício, sem fundo.

Senão vejamos alguns dos resultados da aplicação dessa politica da esquerda moderna europeia:

- 20 Milhões de euros por mês para reformas milionárias

- Há mais de 4500 pensionistas a receber mais de 4000 euros por mês.

- Em 2011 regista-se o valor mais alto de sempre com as reformas dos políticos.

- Recibos verdes vão triplicar em 2011

- Despesas recorde em tempos de contenção económica

- Maioria das entidades públicas não apresenta contas

- Cerca de cinco empresas por dia foram à falência no ano passado, em média

- Maioria dos reformados, com as reformas acima dos 4000 euros, são políticos/deputados com pensões vitalícias, e juízes

E por aqui pode perceber-se, quem beneficia com o "estado social", e o porquê da gritaria, dos deputados, que apoiam este tipo de regime.

É que se o dito "estado social", acabar, eles ficam sem teta para mamar.

domingo, 9 de janeiro de 2011

Conquistas do "estado social" xuxialista, parte II

Continuo a destacar o excelente trabalho do DN, em que se põe a nu, a incompetência, destes xuxialistas da "esquerda moderna"(?!?!?!), que se governam, atirando-nos para a miséria.

O Pinocrates, que venha agora desmentir estes factos, apurados pela jornalista, Maria de Lurdes Vale e da sua equipe.

O saque continua, mesmo com a crise a atingir o ponto de ruptura social, e os "boys", não olham a meios, para continuarem a delapidar os dinheiros públicos.

Destaco:

- 360 milhões de Euros, gastos com organismos que vão ser extintos

- Ministério da Administração Interna, com o gasto mais alto de sempre, em publicidade

- Carros do Estado: 28, ou 29 mil...ninguém sabe o numero certo

- Há 12 mil entidades que não apresentam contas

- A cada 12 dias nasce uma fundação

- O nosso dinheiro paga viagens, flores, arte, concertos e até tapetes

- Uma década perdida por causa do "monstro"

- Políticos já não são obrigados a actualizar que rendimentos têm todos os anos

- Compras 'on line' poupariam 4,2 mil milhões de euros por ano

- O dinheiro gasto em telecomunicações foi superior ao custo da Ponte Vasco da Gama.

- Em estudos e pareceres, o Governo gastou cinco vezes mais do que a parcela que investiu na construção dos dez estádios de futebol do Euro 2004.

-Os juros da dívida pública portuguesa bateram ontem o recorde histórico de 7,3 por cento, numa altura em que José Sócrates garante que a execução orçamental vai reforçar a confiança dos investidores.

- O Banco Central Europeu (BCE) viu-se ontem forçado a intervir para impedir uma maior escalada dos juros da dívida portuguesa.

A juntar a este "bouquet", ainda temos:

- Fornecedor dos blindados, que seriam utilizados pela P.S.P., pede indemnização de mais de um milhão de euros

- Empresa entrega providência cautelar para travar rescisão de contrato. PSP não pode usar blindados que já recebeu

Tudo isto, com a conveniência dos albaneses do bloco de esterco, do argelino Alegre e dos comunistas...

domingo, 19 de dezembro de 2010

Homem-sombra de Sócrates, á semelhança do "chefe", forja diploma de licenciatura

André Figueiredo, 33 anos, natural de Seia, o homem de confiança do primeiro-ministro que nos últimos tempos aparece em todos os casos quentes que envolvem os socialistas, desde a ‘Face Oculta’ às acusações de tráfico de influências nas eleições do PS-Coimbra, apresenta-se como advogado e jurista, mas um professor de Direito da Universidade Internacional da Figueira da Foz (UIFF) garante que o político não terá completado o curso.

André Figueiredo inscreveu-se em 1995 na UIFF e, meses antes de o estabelecimento de ensino ser encerrado pela tutela, em Novembro de 2009, pediu um certificado de habilitações. Mas, para completar a licenciatura, faltava-lhe a aprovação na cadeira de Estágio Curricular, correspondente a 200 horas numa instituição ou entidade, findas as quais teria de apresentar um relatório e fazer a respectiva defesa oral perante o professor.

Em Seia, aqueles que o viram crescer não têm sobre André Figueiredo as melhores opiniões.

"Não olha a meios para triturar os que lhe fazem frente", afirma um militante.

A vida política de André Figueiredo começou nos bancos da Escola Secundária de Seia, nas lutas estudantis, mas alinhado no PSD. Na altura, era, aliás, um grande admirador do actual Presidente da República. Mas quando emergiu Guterres e o seu exército da Beira Interior, Figueiredo mudou-se para o PS. Um trajecto em tudo semelhante ao de Sócrates, uns anos antes.

O secretário-geral do PS levou-o para Lisboa e, hoje, Figueiredo é o seu homem de confiança.

André Figueiredo entrou no PS pela mão de Eduardo Brito, ex-presidente da Câmara de Seia, mas nos últimos anos a relação entre os dois desgastou-se ao ponto de hoje não irem além de "um cumprimento de boa educação".

Eduardo Brito hesitou em fazer declarações sobre a relação política com o seu ex-discípulo, deixando, no entanto, a entender que muita coisa se terá passado.

"Politicamente esse senhor para mim não existe. Quero esquecer o que se passou. Ele não faz parte das minhas preocupações políticas", adiantou Eduardo Brito, que esteve 12 anos a liderar a autarquia de Seia e é presidente da Comissão Concelhia do PS.

Mais objectivo e contundente, em relação ao "carácter político" de André Figueiredo, é Fernando Cabral, ex-deputado na Assembleia da República e ex-presidente da Comissão Política Distrital da Guarda do PS.

"É uma pessoa insignificante e sem valor político e pessoal. Não tenho vontade nenhuma em falar desse senhor", referiu Fernando Cabral, adiantando:

"Tem uma ambição política desmedida e usa todos os métodos para a alimentar".

Este militante socialista acusa André Figueiredo de lhe ter "armadilhado" o percurso político à frente da distrital da Guarda.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Fazer o que deve ser feito, para resolver a crise, nacional, sem ser á custa dos contribuintes.

Mão amiga, fez chegar á minha caixa de emails, este texto, aonde são indicadas diversas medidas, que este governo socialista, não tem a coragem necessária, para as pôr em prática, e que por certo, ajudariam e muito, a resolver o problema desta crise, que ao contrário do que Sócrates e os seus "boys", afirmam, não é global, mas tão só, nacional e foi provocada pela incompetência e desonestidade dos actuais governantes.

Estes governantes, sofrem de autismo profundo, e continuam a apertar o garrote que asfixia os contribuintes, sem se preocuparem como é que o desgraçado do Zé Povinho, vai arranjar esse dinheiro, que depois é usado em proveito de meia dúzia de "boys" socialistas, que ainda se riem de nós, ostentando uma arrogância ofensiva. Este, é um regímen terrorista.

Leiam então, algumas das medidas que este governo socialista, devia tomar, para aliviar a crise em que nos afundamos diáriamente.

. Reduzir as mordomias, gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, e suportes burocráticos respectivos, carros e motoristas, dos três Presidentes da República retirados;

. Redução dos deputados da Assembleia da República e seus gabinetes, profissionalizando-os como noutros países. Acabar com as mordomias na Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras libações, tudo à custa do pagode;

. Acabar com as centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas, que não servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º emprego;

. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir milhares de euro/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo..

. Redução drástica das Câmaras Municipais, Assembleias Municipais, e Juntas de Freguesia, efectuando uma reconversão mais profunda do que a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821,

. Acabar com os pagamentos de 200 €, pela presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75 € nas reuniões das Juntas de Freguesia,

. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem verbas para as suas actividades;

. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, e restantes funcionários, das Câmaras e Juntas, que se deslocam em digressões particulares pelo País;

. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias, para servir suas excelências, filhos e famílias e até, das amantes,

. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular,

. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos contribuintes, alguns dos quais vivem em tugúrios inabitáveis,

. Controlar o pessoal da Função Pública, todos funcionários pagos por nós, que nunca estão no local de trabalho, e executam as suas tarefas sem o profissionalismo devido,

. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que servem para garantir "tachos" aos apaniguados do poder - há hospitais de província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o hospital de Penafiel, tem sete administradores, pertencentes ás oligarquias locais do partido no poder...

. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo, no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar, julgar e condenar,

. Recuperar os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e outros "boys", onde quer que estejam. Desta forma, o governo daria indicações claras que pretende, de facto, restabelecer a credibilidade tão abalada pela corrupção que grassa e pelo desvio dos dinheiros públicos,

. Acabar com o regabofe da pantomina das Publico Privadas, que mais não são do que formas habilidosas de uns poucos patifes se locupletarem com fortunas à custa dos papalvos dos contribuintes, fugindo ao controle das entidades reguladoras, e fazendo a "obra" pelo preço que, "entendem",

. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito, perseguindo, confiscando e punindo os biltres que fizeram fortunas e adquiriram patrimónios de forma indevida e à custa do País, manipulando e aumentando preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo
esquemas pretensamente "legais", sem controlo, e vivendo à tripa forra, à custa dos dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência aos que efectivamente dela precisam;

. Controlar a actividade bancária por forma a que, daqui a mais uns anos, não tenhamos que estar, novamente, a pagar "outra crise";

. Impedir que, os que foram ministros, ou tiveram outras funções no aparelho de estado, possam vir a ser nomeados gestores de empresas que tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos ditos.

Isto sim seriam as medidas a tomar por um verdadeiro estado social.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Esses traidores estão a levar cada vez mais portugueses a questionarem se não deveriam ter sido assimilados há séculos pela Espanha.

Artigo de Timothy Bancroft-Hinchey, no Pravda, jornal russo, logo a seguir ao PEC, lançado pelos xuxas. É isto que eles pensam sobre Portugal.

Foram tomadas medidas draconianas esta semana em Portugal, pelo Governo liberal de José Sócrates. Mais um caso de um outro governo de centro-direita pedindo ao povo Português a fazer sacrifícios, um apelo repetido vezes sem fim a esta nação trabalhadora, sofredora, historicamente deslizando cada vez mais no atoleiro da miséria. E não é por eles serem portugueses. Vá o leitor ao Luxemburgo, que lidera todos os indicadores socioeconómicos, e vai descobrir que doze por cento da população é portuguesa, oriunda de um povo que construiu um império que se estendia por quatro continentes e que controlava o litoral desde Ceuta, na costa atlântica, tornando a costa africana até ao Cabo da Boa Esperança, a costa oriental da África, no Oceano Índico, o Mar Arábico, o Golfo da Pérsia, a costa ocidental da Índia e Sri Lanka. E foi o primeiro povo europeu a chegar ao Japão....e à Austrália. Esta semana, o Primeiro Ministro José Sócrates lançou uma nova onda dos seus pacotes de austeridade, corte de salários e aumento do IVA, mais medidas cosméticas tomadas num clima de política de laboratório por académicos arrogantes e altivos desprovidos de qualquer contacto com o mundo real, um esteio na classe política elitista Português no Partido Social Democrata (PSD) e Partido Socialista (PS), gangorras de má gestão política que têm assolado o país desde anos 80. O objectivo? Para reduzir o défice. Porquê? Porque a União Europeia assim o diz. Mas é só a UE? Não, não é. O maravilhoso sistema em que a União Europeia se deixou sugar, é aquele em que as agências de Ratings, Fitch, Moody's e Standard and Poor's, baseadas nos Estados Unidos da América (onde havia de ser?) virtual e fisicamente, controlam as políticas fiscais, económicas e sociais dos Estados-Membros da União Europeia através da atribuição das notações de crédito. Com amigos como estes organismos e ainda Bruxelas, quem precisa de inimigos? Sejamos honestos. A União Europeia é o resultado de um pacto forjado por uma França tremente e apavorada com a Alemanha depois das suas tropas invadiram o seu território três vezes em setenta anos, tomando Paris com facilidade, não só uma vez mas duas vezes, e por uma astuta Alemanha ansiosa para se reinventar após os anos de pesadelo de Hitler. A França tem a agricultura, a Alemanha ficou com os mercados para a sua indústria. E Portugal? Olhem para as marcas de automóveis novos conduzidos pelos motoristas particulares para transportar exércitos de "assessores" (estes parecem ser imunes a cortes de gastos) e adivinhem de que país eles vêm? Não, eles não são Peugeot e Citroen ou Renault. Eles são os Mercedes e BMWs. Topo-de-gama, é claro. Os sucessivos governos formados pelos dois principais partidos, PSD (Partido Social Democrata da direita) e PS (Socialista, do centro), têm sistematicamente jogado os interesses de Portugal e dos portugueses pelo esgoto abaixo, destruindo a sua agricultura (agricultores portugueses são pagos para não produzir!!) e a sua indústria (desapareceu!!) e sua pesca (arrastões espanhóis em águas lusas!!), a troco de quê? O quê é que as contra-partidas renderam, a não ser a aniquilação total de qualquer possibilidade de criar emprego e riqueza numa base sustentável? Aníbal Cavaco Silva, agora Presidente, mas primeiro-ministro durante uma década, entre 1985 e 1995, anos em que despejaram biliões de euros através das suas mãos a partir dos fundos estruturais e do desenvolvimento da UE, é um excelente exemplo de um dos melhores políticos de Portugal. Eleito fundamentalmente porque é considerado "sério" e "honesto" (em terra de cegos, quem vê é rei), como se isso fosse um motivo para eleger um líder (que só em Portugal, é!!) e como se a maioria dos restantes políticos (PSD/PS) fossem um bando de sanguessugas e parasitas inúteis (que são), ele é o pai do défice público em Portugal e o campeão de gastos públicos. A sua "política de betão" foi bem idealizada mas, como sempre, mal planeada, o resultado de uma inapta, descoordenada e, às vezes inexistente no modelo governativo do departamento do Ordenamento do Território, vergado, como habitualmente, a interesses investidos que sugam o país e seu povo. Uma grande parte dos fundos da UE foram canalizadas para a construção de pontes e auto-estradas para abrir o país a Lisboa, facilitando o transporte interno e fomentando a construção de parques industriais nas cidades do interior para atrair a grande parte da população que assentava no litoral. O resultado concreto, foi que as pessoas agora tinham os meios para fugirem do interior e chegar ao litoral ainda mais rápido. Os parques industriais nunca ficaram repletos e as indústrias que foram criadas, em muitos casos já fecharam. Uma grande percentagem do dinheiro dos contribuintes da UE vaporizou-se em empresas e esquemas fantasmas. Foram comprados Ferraris. Foram encomendados Lamborghini, Maserati. Foram organizadas caçadas de javalí em Espanha. Foram remodeladas casas particulares. O Governo e Aníbal Silva ficaram a observar, no seu primeiro mandato, enquanto o dinheiro foi desperdiçado. No seu segundo mandato, Aníbal Silva ficou a observar os membros do seu governo a perderem o controle e a participarem. Então, ele tentou desesperadamente distanciar-se do seu próprio partido político. E ele é um dos melhores? Depois de Aníbal Silva veio o bem-intencionado e humanista, António Guterres (PS), um excelente Alto Comissário para os Refugiados e um candidato perfeito para Secretário-Geral da ONU, mas um buraco negro em termos de (má) gestão financeira. Ele foi seguido pelo excelente diplomata, mas abominável primeiro-ministro José Barroso (PSD) (agora Presidente da Comissão da EU, "Eu vou ser primeiro-ministro, só que não sei quando") que criou mais problemas com o seu discurso do que com os que resolveu, passou a batata quente para Pedro Lopes (PSD), que não tinha qualquer hipótese ou capacidade para governar e não viu a armadilha. Resultando em dois mandatos de José Sócrates, um ex-Ministro do Ambiente competente, que até formou um bom governo de maioria e tentou corajosamente corrigir erros anteriores. Mas foi rapidamente asfixiado pelos interesses instalados. Agora, as medidas de austeridade apresentadas por este primeiro-ministro, são o resultado da sua própria inépcia para enfrentar esses interesses, no período que antecedeu a última crise mundial do capitalismo (aquela em que os líderes financeiros do mundo foram buscar três triliões de dólares (???) de um dia para o outro para salvar uma mão cheia de banqueiros irresponsáveis, enquanto nada foi produzido para pagar pensões dignas, programas de saúde ou projetos de educação). E, assim como seus antecessores, José Sócrates, agora com minoria, demonstra falta de inteligência emocional, permitindo que os seus ministros pratiquem e implementem políticas de laboratório, que obviamente serão contra-producentes. O Pravda.Ru entrevistou 100 funcionários, cujos salários vão ser reduzidos. Aqui estão os resultados: Eles vão cortar o meu salário em 5%, por isso vou trabalhar menos (94%). Eles vão cortar o meu salário em 5%, por isso vou fazer o meu melhor para me aposentar cedo, mudar de emprego ou abandonar o país (5%). Concordo com o sacrifício (1%) Um por cento! Quanto ao aumento dos impostos, a reação imediata será que a economia encolhe ainda mais enquanto as pessoas começam a fazer reduções simbólicas, que multiplicado pela população de Portugal, 10 milhões, afetará a criação de postos de trabalho, implicando a obrigatoriedade do Estado a intervir e evidentemente enviará a economia para uma segunda (e no caso de Portugal, contínua) recessão. Não é preciso ser cientista de física quântica para perceber isso. O idiota e avançado mental que sonhou com esses esquemas, tem os resultados num pedaço de papel, onde eles vão ficar!! É verdade, as medidas são um sinal claro para as agências de rating, que o Governo de Portugal está disposto a tomar medidas fortes, mas à custa, como sempre, do povo português. Quanto ao futuro, as pesquisas de opinião providenciam uma previsão de um retorno do Governo de Portugal ao PSD, enquanto os partidos de esquerda (Bloco de Esquerda e Partido Comunista Português) não conseguem convencer o eleitorado com as suas ideias e propostas. Só em Portugal, a classe elitista dos políticos PSD/PS seria capaz de punir o povo por se atrever a ser independente. Essa classe, enviou os interesses de Portugal para o ralo, pediu sacrifícios ao longo de décadas, não produziu nada e continuou a massacrar o povo com mais castigos. Esses traidores estão a levar cada vez mais portugueses a questionarem se não deveriam ter sido assimilados há séculos pela Espanha. Que convidativo, o ditado português "Quem não está bem, que se mude". Certo, bem longe de Portugal, como todos os que podem estão a fazer. Bons estudantes a jorrarem pelas fronteiras fora. Que comentário lamentável para um país maravilhoso, um povo fantástico e uma classe política abominável.

Fonte: Timothy Bancroft-Hinchey Pravda.Ru

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Governo foi politicamente desonesto com portugueses

O governo português foi politicamente desonesto por esconder da população a real situação do país, acusou ontem o antigo ministro das Finanças de José Sócrates, Luís Campos e Cunha.

"Até 20 de Setembro Portugal, oficialmente, estava no melhor dos mundos. As pessoas que acreditaram no governo não tomaram medidas, não pouparam. Não foi uma maneira honesta do ponto de vista político", disse Campos e Cunha em Maputo, ao intervir numa conferência que assinalou os 15 anos do banco Millennium Bim, detido maioritariamente pelo Millennium BCP.

A conferência, sob o tema "Pobreza e Desenvolvimento Económico" juntou, além de Campos e Cunha, os economistas moçambicano Firmino Mucavele e brasileiro Cláudio Frischtak. Campos e Cunha falou sobre "Política cambial e orçamental: o futuro começa hoje".

Enquanto esteve a "mamar", esteve calado. Agora que foi "ruado", mete a boca no trombone. Mas já vem tarde. Ele também é responsável, só que quem vai pagar somos nós.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Ricardo Rodrigues homossexual e pedófilo?! E vigarista?! Agora virou Alegrista !!!!

Leiam esta pérola, que José Maria Martins, advogado, escreveu sobre Ricardo Rodrigues, o deputado xuxa, que gamou os gravadores aos jornalistas do Sol.

Eu que conheço muito bem, e até pessoalmente, o deputado Ricardo Rodrigues, dei comigo a pensar:

"Para onde vai o meu Portugal?".

É vergonhoso que o PS tenha metido nas listas de deputados Ricardo Rodrigues. Vergonhoso! Digo-o no âmbito da minha liberdade de expressão e opinião. Digo-o como cidadão político.
Digo-o na qualidade de irmão de dois açorianos: Victor Manuel Martins, nascido na Horta, Ilha do Faial, e de Maria Isabel Martins, nascida em Vila do Porto, Ilha de Santa Maria.

E lembro-me que Ricardo Rodrigues era advogado do sobrinho do Dr. Mota Amaral e nem soube defende-lo, tendo sido eu a trabalhar para o libertar, pela incapacidade de Ricardo Rodrigues.

Da mesma maneira que Ricardo Rodrigues deixou condenar, estupidamente, um amigo meu, um homem bom e muito influente em Ponta Delgada, quando Ricardo Rodrigues era apenas advogado e o irmão dele empregado na Associação Agrícola.

Todos se lembram que Ricardo Rodrigues se demitiu do Governo dos Açores aquando do caso de pedofilia conhecido como Caso Farfalha.

Agora aparece - depois de fazer mais umas tantas ilegalidades, porcarias, no âmbito de um jornal, do PS, que foi à falência em Ponta Delgada! - como o homem forte do PS!!

Veja-se que pessoas o meu ex-partido tem como arautos!

Onde está Mário Soares? Onde está António Arnault? Onde está Almeida Santos? Onde está Carlos Candal (já morreu)?
Creio que o deputado Ricardo Rodrigues é o maior defensor, no PS, dos casamentos homossexuais, quando se sabe que não tem filhos... e que nos Açores é tido como membro do grupo Gay!

Portugal está do avesso!

Sócrates deixa estas pessoas tomarem posições de destaque e afundar Portugal.
Onde estão os milhões de euros desviados da Caixa Geral de Depósitos de Vila Franca do Campo? Em cujo processo crime Ricardo Rodrigues foi arguido e salvo pelos amigos, contra a posição da Policia Judiciária?
Sei do que falo porque fui advogado desse caso em que Ricardo Rodrigues era arguido, mas alguém se encarregou de o safar...
Se Ricardo Rodrigues me quiser processar que o faça!

Mas temos que saber quem era o procurador gay que o safou!
O procurador que tinha um namorado preso na prisão da Boa Nova, em Ponta Delgada!

Uma miséria este Portugal!

Por outro lado, ao longo do país vamos vendo tiranetes que defendem as suas capelinhas, contra o Povo. Nas freguesias, nos concelhos, há sempre os "regedores" que vão emporcalhando Portugal e sendo responsáveis pela miséria em que vivemos.

Portugal está nas bocas do Mundo pelas piores razões.

Eu por mim preferia dar um tiro nos cornos de um desses tiranetes a deixar o meu amado, o meu querido, o meu adorado Portugal morrer, o país pelo qual jurei morrer se fosse necessário.
Declaro que se for necessário morrerei por Portugal, de armas na mão, mas há-de haver filhos da puta que vão à minha frente!

Os Povos têm o direito de se revoltar!

Os meus filhos, os teus filhos, os nossos filhos, não podem estar na mão destes biltres.
Os portugueses, se for necessário, devem seguir o exemplo do Povo de Paris, os "sans culottes", que destruíram a Bastilha, que mataram Luis XVI e Maria Antonieta.
Se me quiserem processar, façam-no, porque eu não tolero pedófilos, que não confessam, nem corruptos que destroem o meu amado Portugal.
Basta, já"!XXXXXXXXXXXX

Ricardo Rodrigues homossexual e pedófilo?! E vigarista?! Agora virou ALEGRISTA !!!!

Texto do Dr. José Maria Martins, Advogado

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Pior a amendôa do que o cianêto...

O Sr. Silva, meteu a pata na poça.

Não falou como e quando o devia ter feito, e quando abriu a boca, foi para deixar tudo e todos mais baralhados do que antes.

Tudo em alvoroço. Foi uma declaração de guerra ao governo dos Sócretinos.

E estes, não tardaram em retaliar. Com um, comunicado violento, disseram, que é necessário cortar o mal pela raiz.?!?!?

O que é que querem dizer com isto?


Querem demitir o Sr. Silva?...Ou será que querem aplicar o golpe Hondurenho?

To be continued.

Por sua vez, o Presidente, insinuou que o PS, ou alguém do PS tentou manipular a Presidência da Républica, algo que não é novidade nenhuma. Mas porque é que não pôs os nomes aos bois?

Declarou-se um ingénuo, um analfabeto em informática, transmitindo a ideia de insegurança, que não abona de maneira nenhuma a instituição.

O homem da Capadócia, perdeu-se nas grutas da memória, e mostrou ao País, quão mal estamos governados.

Titubeante, ceráfico, chutou para o lado e pôs fora da carroça, o seu amigo de longa data, Fernando Lima, que tantas vezes lhe safou a onça, quando as quezílias com a imprensa tiveram que ser resolvidas discretamente.

Enfim, as feras soltaram-se na pista do circo da politica nacional.

Sem mêdo e sem vergonha, já nos vão preparando para o cenário de eleições dentro de pouco tempo.

E quem paga, somo nós.

Votaram neles, agora, aguentem-se.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Quanto mais me bates, mais gosto de ti...

Olhando para o gráfico, com o resultado das eleições,chegamos á conclusão, de que cerca de 50% dos Portugueses eleitores, votam á esquerda, maioritariamente no P.S.
Isto tendo em atenção, de que cerca de 40% da população Portuguesa, com idade de votar, se absteve.
Portanto, temos um País dividido, com metade de bandeiras na mão, e a outra metade, a borrifar-se para o espectáculo circense que vai continuar a assolar o País.
Assistiu-se a uma campanha demagógica, e em plena crise, o partido vencedor, gastou contentores de Euros, comprando eleitores, de todas as raças, cores ou credos, organizando as agora chamadas arruadas, com carros ilegais a circularem no Pais, mas a não serem devidamente punidos,como deveriam ter sido, em nome da liberdade?!?!?!,a manipular as noticias, através de canais de informação, pagos por todos, mas a beneficiarem só alguns e todos os outros truques que tiveram á mão.
Sócrates, mentiu, faltou ao que prometeu, maltratou a população em geral, e em particular os professores, os policias, os enfermeiros, os reformados, mas mesmo assim, ganhou.
Extraordinário. Faz lembrar uma cantiga em que o refrão dizia algo com...quanto mais me bates, mais gosto de ti. Seria para rir, se não fosse dramático.
O futuro, de certeza que vai ser pior do que os últimos 4 anos. Mais desemprego, mais fome, mais assaltos, e mais delinquentes a serem soltos por um qualquer juíz, após terem sido presos em flagrante delito, por policias, que no cumprimento do seu dever, arriscam a sua própria vida.
É esta a politica socialista.
O Pais endoidou, disse o Alberto João, e eu concordo plenamente. O futuro é negro.Triste fado.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

O Dossiê Sócrates

Já saiu o livro acerca da licenciatura do primeiro ministro de Portugal. Disponível em edição electrónica, gratuita, ou em papel.

Leitura recomendável especialmente a quem ainda não tenha encontrado contra quem é que deve votar nas eleições que se aproximam.

Em edição do Autor, teve que ser publicado no estrangeiro porque a nossa democracia ainda não chegou à liberdade para apuramento dos factos acerca do primeiro ministro.

Num governo que encerra a universidade que licenciou o primeiro ministro, sem se sentir obrigado a dar uma justificação ao país.

Os mais sinceros parabéns ao corajoso Autor, o nosso amigo e animador do PortugalProfundo, a quem aproveito para endereçar o maior reconhecimento e admiração pela iniciativa.

Fonte: http://ferrao.org/

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

O problema de Sócrates

Pedro Rolo Duarte, escreveu no dia 2 de Setembro , no seu blog: http://pedroroloduarte.blogs.sapo.pt/:

"O problema de José Sócrates está em pessoas como eu. Pessoas que votaram PS porque acreditaram nele. Como eu votei. Pessoas com votos diversos ao longo dos anos, que foram acreditando nas propostas deste ou daquele candidato. Convictamente. E que ao longo destes quatro anos assistiram ao esboroar diário e consecutivo desse crédito e dessa convicção. Pessoas que sentiram – eu senti – o golpe na liberdade de informação que permite à oposição falar em “medo” e “asfixia”. Pessoas que viram a arrogância e a prepotência tomarem o lugar da tolerância e do diálogo. Pessoas que viram o PS governar contra tudo e contra todos, e sentiram que perpetuar o poder era na verdade o Programa de Governo.

Essas pessoas – lá está, das quais faço parte – não acreditam agora na voz repentinamente mansa de Sócrates quando diz que se calhar não foi “delicado” com os professores, ou quando devolve o Freeport à origem, ou mesmo quando fala do orgulho no país das energias alternativas. É um pouco como ver o meu antigo director Paulo Portas a conversar com as peixeiras em Benfica: passa bem na imagem, mas não passa de uma imagem.

Eu olho para José Sócrates – em quem acreditei e votei – e sinto-me desiludido e desencantado. O problema dele são pessoas como eu. Que provavelmente vão votar em branco.

Acima de tudo, e pior: pessoas que deram mais um passo no sentido desse abismo que é a desconfiança generalizada sobre quem se propõe governar Portugal. Sejam quem forem – e isso está muito para lá do PS que está."

Naturalmente, eu subscrevo.

Imagem copiada de :http://dondiogo.bloguepessoal.com/

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Os "cornos" do Manuel Pinho, espelham o estado da nação socialista.

De "boutade" em "boutade", até á marrada final.
Esta imagem, vai por certo correr o mundo, e vai dar a real imagem dos parlamentares socialistas, actuais governantes portugueses.
Gente incompetente, corrupta, e com muito mau perder.
Este benfiquista de quatro costados, apoiante incondicional de LFV, ( o actual presidente golpista do SLB), já era farto em disparates, desculpando-se sempre, com espantosas prenominações afirmativas, do tipo," a crise acabou", e com a habitual arrogância dos membros do governo socialista de Sócrates, que tinham neste auto formado engenheiro, o seu maior protector, e defensor, que teimosamente mantinha este sujeito de baixo nível no governo a par de outros, incapazes, mas como são da côr, têem que lá ficar, e nós a pagar, os seus erros, os seus chorudos vencimentos e a as sua reformas milionárias, agora que foi demitido.
Mesmo que se declarem cansados e sem idade para governar, como é o caso do ministro Lino "Jamais", Sócrates, mantém esta corja de incompetentes, a desgovernarem este pobre país.
Este gesto, demonstra bem o desnorte que vai nas hostes socialistas, que ficaram com os nervos á flor da pele, após a estrondosa derrota, nas eleições para o parlamento Europeu.
Espero bem que esta se repita daqui a três meses, porque estes socialistas, são uma pandemia, pior que a gripe A.